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Car Culture

Engenharia tributária: os carros desenvolvidos para driblar impostos

No automobilismo as limitações dos regulamentos colocam em teste a criatividade dos engenheiros e, de vez em quando, acabam rendendo verdadeiras lendas sobre rodas — alguns tão épico que acabam banidos das pistas. Os carros da era turbo da Fórmula 1, por exemplo, chegaram além dos 1.000 cv com quatro cilindros e pouco mais de um litro e meio de deslocamento. O Camaro Z/28 da Penske, aderiu a um certo "banho ácido" para ficar mais leve, enquanto o Porsche 917 apelou para os turbos, Gordon Murray instalou um ventilador na traseira do Brabham BT46, e a Williams desenvolveu um câmbio CVT para o FW14. O fato é que as limitações em busca de um objetivo — sejam elas impostas ou não — podem servir como um estímulo para a criatividade. No mercado automobilístico isso também é verdade: a política tributária de alguns países pode ser um empecilho para a livre criação. Quando isso acontece, o fabricante tem duas opções: cair fora ou encontrar uma forma de se adequar às exigências.

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