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Achados meio perdidos

Este VW Santana GLS 1989 bem conservado está à venda

A pauta da semana foi uma discussão calorosa sobre um assunto polêmico: vale a pena comprar um carro antigo para restaurar? E a verdade é que esta é uma pergunta sem resposta certa – financeiramente, bem, raramente vale a pena. Mas há a questão da paixão, do sonho, e daquilo que te faz querer ter um carro antigo. E, é claro, existem medidas que se pode tomar para tornar a experiência menos traumática e dispendiosa.

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A começar pelo carro escolhido – especialmente para os marinheiros de primeira viagem, uma boa ideia é escolher um carro mais comum, bem conservado, com estrutura íntegra, que possa fornecer uma boa base. E este pode ser o caso do nosso Achado meio Perdido de hoje: um Volkswagen Santana GLS 1989 de segundo dono, com um preço acessível e boa apresentação.

Lançado em 1984, foi o primeiro modelo da Volkswagen vendido no Brasil a trazer uma pegada mais luxuosa e sofisticada. Para brigar, principalmente, com o Chevrolet Monza, ele apostava na elegância de suas formas retilíneas, na boa reputação da mecânica Volkswagen, e no acabamento caprichado.

O nosso Achado meio Perdido de hoje pertence a Darlan, que mora no Rio de Janeiro (RJ). A versão GLS foi criada em 1987, na ocasião da primeira reestilização – que trouxe para-choques envolventes e novos faróis. Em 1988, o Santana GLS abandonou o motor AP 1.8 de 90 cv (gasolina) ou 96 cv (álcool) e passou a usar o 2.0 com 99 cv (gasolina) ou 112 cv (álcool) – sempre carburado, visto que a injeção eletrônica só chegou ao Santana com o Executivo, de 1990.

 

O carro de Darlan é um GLS com motor a gasolina. Ele conta que é o segundo dono do Santana, que é usado com certa frequência e atualmente tem cerca de 201.000 km marcados no hodômetro. Sendo assim, ele faz questão de manter a mecânica sempre em dia. Na última revisão, por exemplo, foram substituídos os amortecedores dianteiros e as homocinéticas. Além disso, foram feitos os serviços de alinhamento e balanceamento e rodízio de pneus.

Nota-se que o Santana está estruturalmente íntegro e que quase todos os itens de acabamento estão em seus devidos lugares – faróis, lanternas, a maior parte dos frisos cromados (que o Santana tinha em profusão), e até mesmo as rodas originais com calotinhas. Por dentro, os detalhes do painel estão quase todos presentes, bem com o porta-fitas do console central. O revestimento aveludado dos bancos e portas também tem boa aparência.

É claro que, como um carro com mais de 30 anos e uso frequente, há algumas marcas de uso na pintura Azul Biscaya (tonalidade que cai muito bem ao Santana, diga-se) e nos para-choques, por exemplo. Não é um exemplar impecável, mint condition, claro – mas nos parece um carro em bom estado para o valor pedido. E que tem tudo para fornecer um excelente ponto de partida para uma restauração caprichada. Ou mesmo para mantê-lo como está, fazendo toda a manutenção correta e aproveitando este sobrevivente por muitos anos, ainda.

 

Claro que, como na compra de qualquer antigo, uma inspeção cuidadosa e uma visita para ver de perto nunca são má ideia. Se você ficou interessado, pode clicar aqui para acessar o anúncio e pegar os contatos do dono.


“Achados Meio Perdidos” é o quadro do FlatOut! no qual selecionamos e comentamos anúncios do GT40.com.br de carros interessantes ao público gearhead, como veículos antigos, preparados, exclusivos e excêntricos. Não se trata de publieditorial. Não nos responsabilizamos pelas informações publicadas nos anúncios nem pelas negociações decorrentes – todos os detalhes devem ser apurados atenciosamente com o anunciante!

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