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Ferrari 640: quando a Fórmula 1 abandonou o pedal de embreagem

Já discorremos algumas vezes aqui no FlatOut a respeito da morte do câmbio manual e seu possível futuro — tornar-se uma espécie de "disco de vinil" das transmissões, um produto de nicho voltado a os entusiastas que fizerem questão de uma experiência mais purista. O que, pensando bem, não é tão ruim assim. Por outro lado, a extinção do pedal de embreagem nos carros de competição é muito mais aceita. Afinal, vamos encarar a realidade: na pista, conseguir o menor tempo possível é mais importante do que obter uma experiência purista ao volante. E as transmissões semi-automáticas modernas, que trocam marchas de forma sequencial, são mais rápidas do que qualquer piloto, por melhor que ele seja. As frações de segundo economizadas a cada troca acabam fazendo a diferença no fim de uma volta, e ter o câmbio mais rápido é um passo importante para chegar na frente. Na Fórmula 1, a maior categoria do automobilismo, o câmbio semi-automático — em uma explicação breve, com trocas ma

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