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Achados meio perdidos

Que tal ser o novo dono deste Omega Diamond 3.0i conservado e original?

Para muita gente, o ano de 1992 sempre será lembrado pelo lançamento de um dos melhores carros já produzidos no Brasil: o Chevrolet Omega. E foi exatamente no mês de agosto! Sua reputação só atravessou 24 anos porque, bem, era justificada. Quer uma prova? Este Omega Diamond que tem 99 mil km rodados, mas aparenta muito menos. E ele está à venda!

Os fãs do “Absoluto” certamente sabem do que se trata a série especial Diamond. No início de sua produção, em 1992, o Omega vinha disponível em duas versões de acabamento: GLS, com motor quatro-cilindros de dois litros e 116 cv (praticamente igual ao do Monza, porém com injeção multiponto Bosch Motronic); e CD, com um seis-em-linha de três litros e 165 cv, importado da Europa.

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Com cabeçote de ferro fundido e fluxo simples, o 3.0 era menos moderno que o 2.0, mas conseguiu estabelecer um novo padrão de desempenho entre os sedãs grandes e fazia bonito frente aos importados que acabavam de chegar. Eram 165 cv a 5.800 rpm e 23,4 mkgf de torque a 4.200 rpm, moderados por uma caixa manual de cinco marchas ou automática de quatro, que levava a força para as rodas traseiras. O conjunto era capaz de levar o Omega CD até os 100 km/h em 9,5 segundos, com máxima de 210 km/h.

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Do que se trata o Omega Diamond, então? Foi um série especial lançada em 1994 e era, na prática, um Omega GLS equipado com o motor do CD — segundo consta, para desovar logo as unidades do 3.0, visto que em 1995 seria lançado o Omega 4.1. Com isto, ele não tinha alguns equipamentos de série presentes no modelo mais caro — computador de bordo, faróis de longo alcance embutidos e sistema de som com toca-CD e toca-fitas em módulos separados, mas ainda podia tê-los como opcionais.

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Não é fácil identificar um Omega Diamond olhando por fora — a não ser pela cor, Vermelho Goya Perolizado, e pelos pequenos emblemas nos para-lamas dianteiro. O interior traz bancos com revestimento diferenciados e um diamante estampado no emblema do volante.

De acordo com Mário César Buzian, responsável pela venda, este exemplar está com seu segundo dono, que o comprou no ano passado. Trata-se de um Diamond bem completo, equipado com computador de bordo, rodas de 15 polegadas e faróis de milha, todos opcionais.

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O vendedor também afirma que o carro foi todo revisado recentemente — motor, câmbio, suspensão, freios e elétrica — e que absolutamente tudo está funcionando a contento. Visualmente, o carro também está muito bonito, em excelente estado de conservação e praticamente sem detalhes. Há uma pequena falha no revestimento do encosto do banco do motorista e, em termos de aparência, foi o único defeito que encontramos — algo perfeitamente compreensível em um carro de 24 anos de idade.

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No mais, trata-se de de um belíssimo exemplar do Omega — algo difícil de encontrar neste estado de conservação. O preço está dentro da média para o nível do carro: R$ 24.900. O Omega está em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, a cerca de 40 km da capital Porto Alegre.

Se você se interessou, pode entrar em contato com Mário César pelo email [email protected], ou pelo celular (51) 9258-7332.

[ Traga o Guincho ]


“Achados Meio Perdidos” é o quadro do FlatOut! na qual selecionamos e comentamos anúncios de carros interessantes ao público gearhead, como veículos antigos, preparados, exclusivos e excêntricos. Não se trata de um publieditorial, tampouco de uma reportagem aprofundada. Não nos responsabilizamos pelas informações publicadas nos anúncios – todos os detalhes devem ser apurados com o anunciante.

 

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