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História

Um sonho de 2.220 km/h: a história do Concorde, o avião mais rápido que o som

Há pouco mais de 15 anos, um carro 1.6 era mais lento e consumia mais combustível que um carro 1.6 atual. Um computador de mesa processava menos dados que o celular que está agora no seu bolso, a internet era mais lenta e nossas músicas ocupavam um canto da sala em vez de alguns bytes na memória do mesmo smartphone que está no seu bolso. Essa é a lógica do desenvolvimento: alguém inventa algo novo, que substitui algo velho até que o novo fique velho também, e acabe substituído por algo mais novo e melhor. Contudo, se você viajar com o avião comercial mais rápido do planeta em 2019, ainda estará a menos da metade da velocidade máxima que se podia viajar no ano 2000, quando o Concorde ainda estava em operação e cruzava os céus a quase 2.200 km/h. Ele era tão rápido que você saía de Paris e chegava em Nova York antes do horário da decolagem. O fuso-horário não conseguia acompanhar o voo. Mesmo assim, em 2003, depois de 27 anos de operação, o Concorde fez seu voo final e

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