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Top Zero a 300

V6 1.6, V8 2.0 e V12 1.5: os menores motores “grandes” já feitos

"Quem gosta de motorzinho é dentista", é o que a gente costuma ouvir (e de vez em quando dizer) quando o assunto é deslocamento. Todo entusiasta tem dentro de si, mesmo que não saiba, mesmo que negue, o desejo de ter na garagem um V8 dos anos 70. Ou um V10. Ou um V12. Mas nossas rotinas no trânsito da cidade, as despesas no posto de gasolina, o mercado, as organizações ambientais e as próprias fabricantes não nos deixam esquecer que os motores do futuro têm quatro, três, dois cilindros, turbos e pouco mais de um litro de deslocamento – às vezes, pouco menos. Mesmo entre os superesportivos a ordem é "menos cilindros e menos litros"O motor V12 resiste em supercarros de topo, como o Lamborghini Aventador, que recentemente ganhou uma versão SVJ com um majestoso V12 de 6,5 litros e 770 cv; e a absurda Ferrari 812 Superfast, mais recente grand tourer de Maranello, que usa um monumental V12 de 6,5 litros e 800 cv. Os V10 naturalmente aspirados

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