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Car Culture

A visão fascinante de uma puxada no dinamômetro

É muito arriscado dizer que todo entusiasta gosta de assistir a vídeos de carros no dinamômetro? Aposto que não. Eu curto, e nem sou muito vidrado neste negócio de saber todos os números de um carro – para mim, saber a potência estimada já basta, e a experiência é o que conta. Mas é bacana ver o carro preso no dino com cintas enquanto é levado ao limite em cima dos rolos – seu ronco selvagem ecoando pelas paredes da oficina, a máquina chacoalhando, os ventiladores que ajudam a arrefecer o motor. E os dinamômetros de bancada, então? Se um carro preparado em cima de um dinamômetro de rolo (o nome que se dá aos dinos que ficam no chão, por causa dos rolos onde os pneus são posicionados) é como um animal furioso acorrentado, um motor em um dino de bancada está mais para um órgão vital funcionando fora do corpo de onde pertence. É um lance muito mais ficção científica: você vê os dutos de admissão e escape, os carburadores (ou os módulos), talvez um turbo ou um supercharge