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Técnica

Injeção direta vs. Etanol: por que a bomba de alta não aguenta?

A relação entre o etanol e o sistema de alimentação dos motores de injeção direta em geral é um dilema técnico fascinante. Oficialmente, todas as fabricantes tropicalizaram o sistema para ser flexível em combustível. Na prática, a química é implacável, e revela o abismo entre as promessas do manual do proprietário e a realidade nas oficinas especializadas. Você sabe do que estou falando: a temida falha na bomba de alta pressão. É um problema crônico muito atribuído aos motores TSI da Volkswagen, mas, na prática, também assombra todo e qualquer motor de injeção direta, independentemente do fabricante. Por que o que acontece ali é um problema químico, não mecânico. Não se trata de um erro de projeto, mas de uma característica inerente à composição do combustível. Pesquisando por aí, encontrei o problema atribuído às mais diversas causas, mas logo me dei conta que o Google, além de não ser um bom médico, também não é o melhor dos mecânicos. Então decidi conve