Você deve ter notado que nos últimos cinco anos praticamente todos os grandes fabricantes anunciaram recalls de seus automóveis. Alguns para verificações simples, outros, para a substituição de componentes potencialmente letais, caso dos airbags Takata, que lançam estilhaços de metal da carcaça de seu deflagrador.
O recall muitas vezes é instituído pela força da lei, mas em qualquer situação deve ser totalmente gratuito, sem nenhum ônus ao proprietário. Mas assim mesmo a maioria dos proprietários não leva o carro para os devidos reparos. Em janeiro o Ministério da Justiça revelou que somente 28% dos veículos convocados fizeram os devidos reparos. Os outros 72% seguem circulando normalmente.
É um número preocupante, especialmente se você considerar que 85% de todos os recalls envolvem itens de segurança ou elementos que podem colocar em risco a integridade física dos ocupantes e terceiros. No caso dos airbags defeituosos da Takata, por