quando criança eu nao tinha muitos carrinhos nao que meus pais nao pudessem compra los para mim; o problema e que eu desmontava os brinquedos para descobrir como ele eram por dentro e e claro que eu nao conseguia monta los de novo ja adulto aprendi a desmontar muitas partes do meu carro de verdade mas algumas eu nao arrisco mexer o que nao significa que eu nao sabia como elas sao por dentro afinal sempre podemos recorrer a arte quase extinta dos cutaways ou vista em corte sao aqueles desenhos bacanas que revelam as entranhas de maquinas construçoes e objetos que voce nao pode simplesmente cortar ao meio como uma maça o nome cutaway que expressa o sentido de acesso por corte vem da tecnica de simular o corte de um pedaço do objeto na ilustraçao os cutaways surgiram no inicio do seculo xv durante o periodo renascentista mas se popularizaram pelo livro de re metallica um tratado sobre mineraçao e metalurgia escrito e ilustrado em 1556 por georgius agricola no livro agricola ilustrou em detalhes toda a atividade de subsolo da mineraçao usando a tecnica esse tipo de desenho foi muito popular na publicidade e no jornalismo automotivo dos anos 1930 ate o começo dos anos 1990 quando a computaçao grafica começou a ficar acessivel e possibilitou a sobreposiçao de imagens reais em camadas misturadas a desenhos em 3d — o que tornou tudo mais facil e barato antes disso para mostrar o que havia por baixo das camadas de pele metalica dos carros voce precisava dos serviços destes caras capazes de combinar desenho artistico e engenharia com a mesma profundidade e talento a propaganda de lançamento do volkswagen gol por exemplo usava esse recurso para destacar os pontos fortes do novo projeto a um publico acostumado com o fusca e desconfiado sobre a robustez daquele que era apontado como o sucessor do besouro nesse cutaway acima e possivel ver como o motor boxer a ar fica em posiçao baixa e avançada no cofre do golzinho sobrava tanto espaço que a volkswagen colocou o estepe ali mesmo na traseira o eixo de torçao tinha estabilizador integrado e corrigia um dos pontos fracos da traseira do fusca a volkswagen alias foi uma fabricante que usou muito o recurso em suas propagandas foi assim com a kombi nos eua nos anos 1960 em um cutaway que nos mostra um descanso de braço no terceiro banco que quase ninguem conhecia a posiçao do tanque a frente do motor e mais uma vez a posiçao baixa do boxer ate mesmo o desejado ragtop aparece discretamente no desenho e aqui o fusca em uma versao dos anos 1960 ainda em sua primeira geraçao a unica que tivemos por aqui neste voce ve a coluna de direçao rigida a distribuiçao da bagagem dos quatro adultos que o carro pode transportar e o conjunto de motor e cambio que nao aparece no cutaway da kombi no desenho do chassi rolante fica claro por que se fala que o motor esta literalmente pendurado na traseira a capa seca do cambio e o motor inteiro ficam posicionados atras do eixo traseiro diferentemente do que acontece no porsche cayman visto neste cutaway feito com tecnica de ilustraçao realista o layout mecanico e basicamente o mesmo do 550 spyder dos anos 1950 — e por isso o boxster/cayman sao considerados seus descendentes diretos em relaçao ao 356 e ao 911 o powertrain e montado basicamente invertido no chassi aqui e o cambio fica atras do eixo e a capa seca e o motor a frente dele na dianteira tambem ha pouquissimo peso a frente do eixo o que acaba concentrando a massa entre os eixos favorecendo o equilibrio dinamico e por isso que ate pouco tempo atras jeremy clarkson e outros criticos do 911 diziam que o cayman era propositalmente amarrado pela fabricante se dessem a ele um flat 6 maior e mais potente turbo ele certamente derrotaria o 911 na pista e ja que estamos falando de porsches com motores no lugar certo ai estao as entranhas do 924 o primeiro modelo de motor dianteiro da fabricante agora se voce tem olhos treinados ja sacou uma particularidade desse cara — e nao e o freio de mao entre o banco e a porta ele tem o cambio na mesmissima posiçao do cambio do 911 a frente do eixo traseiro na verdade este e o chamado transeixo em vez de ter um carda saindo do cambio e conectado a um diferencial traseiro o carda e ligado ao cambio na traseira o diferencial e integrado como em qualquer cambio de carro com motor e traçao dianteiros compare com o chevrolet opala que tem o layout comum o cambio esta logo ali em frente ao banco dianteiro o carda aparece logo atras deles e o diferencial sai meio escondido atras da roda traseira uma particularidade do opala e o tanque sob o porta malas com o bocal no painel traseiro igual ao corcel e ao del rey esse cutaway publicitario dos anos 1980 tambem mostra as longarinas em amarelo ao longo de todo o carro e o sistema de freios a disco na dianteira e tambor na traseira — que ja havia se tornado o padrao dos carros brasileiros na epoca como o fiat premio o seda do uno o premio era um carro moderno quando lançado as linhas retas e elegantes eram uma tendencia dos anos 1980 e ajudavam o seda a aproveitar o espaço interno assim como o motor transversal — algo que so o ford escort e o chevrolet monza ofereciam na epoca entre os nacionais a suspensao dianteira seguia o novo padrao inaugurado no fim dos anos 1970 as torres mcpherson mas a traseira usava um sistema derivado do fiat 147 em vez de molas helicoidais os braços independentes da traseira usavam um feixe de molas transversal o citroen 2cv disse sabe aquela historia que seu pai/tio/avo contavam de que a citroen daria um carro novo a quem capotasse um dos seus carros bem se voce ainda nao sabe desculpem informar mas era uma lenda mas toda lenda tem um fundo de verdade nao e esta verdade estava no 2cv nao que ele fosse impossivel de capotar mas voce precisa se esforçar muito para conseguir isso graças a suspensao independente nas quatro rodas que fazia as rodas copiarem o contorno do chao graças a uma ligaçao feita por mola longitudinal entre os braços arrastados da traseira e o eixo oscilante e braços empurrados da dianteira a mola longitudinal e este cilindro escuro ao lado do banco do motorista alias como se ve no desenho a suspensao e sofisticada apenas no funcionamento pois toda a sua montagem e componentes sao bastante simples assim como todo o restante do carro na verdade isto que voce ve nesse cutaway acima e toda a mecanica do 2cv nao ha nada alem disso no pequeno gaules se voce quer ver algo mais complexo mecanicamente aqui vai o bugatti eb110 o pai do veyron normalmente os supercarros de motor central traseiro usam o cambio atras do motor como no cayman para concentrar a maior parte do peso entre os eixos mas nao o eb110 curiosamente quem fica sobre o eixo traseiro e o motor e o cambio vai logo a frente entre o v12 e os dois bancos do esportivo esse layout incomum foi a soluçao que a bugatti encontrou para equilibrar a distribuiçao de peso note tambem que ele tem um diferencial dianteiro e um carda passando pelo tunel central — ou voce ja tinha esquecido que o eb110 tem traçao integral ate 1966 os esportivos usavam a configuraçao tradicional de motor longitudinal central dianteiro e traçao traseira com cambio na frente ou atras mas entao veio o miura e ditou a nova regra nos supercarros o motor ficaria entre o eixo traseiro e o cockpit uma posiçao que convencionou se chamar de central traseira o layout nao era novo a auto union foi a pioneira com seus carros de corrida dos anos 1930 e mais tarde a cooper adotou o esquema em seus carros de formula 1 mas foi a fabrica de ferruccio lamborghini que inaugurou a tendencia entre os esportivos de rua e fez isso de um jeito ainda mais incomum o motor v12 ficava em posiçao transversal ironicamente apesar da rivalidade entre ferruccio e enzo a configuraçao seria adotada pela ferrari dois anos depois no dino 246 gt sera por isso que enzo nao o batizou de ferrari nunca saberemos o que sabemos e que a configuraçao de motor central traseiro inaugurada pelo miura foi adotada por enzo em dois dos carros mais radicais e puristas que ele proprio supervisionou o desenvolvimento a 288 gto e a f40 que alias sao intimamente ligadas pelo motor e chassi a 288 gto e a f40 nao sao chamadas de carros de corrida para as ruas somente por seu desempenho arrasador a 288 de fato foi uma versao de homologaçao para os ralis de asfalto do grupo b embora nunca tenha corrido oficialmente por que a categoria acabou extinta isso fica evidente nesse cutaway nada de spaceframe aqui o chassi e um monocoque como os carros de corrida da epoca assim como seu powertrain com o cambio quase exposto na traseira para facilitar as trocas nos pit stops e a suspensao duplo a nos quatro cantos a f40 como sabemos e um desenvolvimento da gto embora jamais tenha sido homologaçao para categoria alguma — o que e uma pena esse cutaway abaixo e do prototipo da f40 ainda amplamente baseado na 288 gto o que pode ser notado pelos coletores de escape cabeçote e caixas de ar da admissao voltando aos lamborghini o miura contudo foi o unico v12 da marca com essa configuraçao transversal depois dele o urraco tambem ganhou um motor atravessado na traseira mas nao um v12 e sim um v8 — algo que foi adotado tambem no jalpa e no silhouette curiosamente apesar do motor ocupando o espaço a frente do eixo traseiro os projetistas conseguiram dar ao urraco um banco traseiro para passageiros nao muito grandes — crianças ou mochilas na pratica — o que faz dele um 2+2 o sucessor do miura o countach deu meia volta no v12 e o carregou em posiçao longitudinal mesmo como os carros de corrida da epoca a novidade no countach — alem do perfil em cunha completamente alienigena em 1974 quando foi lançado — e o chassi tubular tipo spaceframe que tambem deu ao carro as largas soleiras onde voce precisava sentar para manobrar o carro e encaixa lo em uma vaga comum de rua com a dianteira baixissima o arrefecimento do motor era feito pelos radiadores instalados nos scoops laterais que voce ve na imagem acima claro o conceito de chassi tubular spaceframe nao era algo novo em 1974 a ferrari 250 gto de 1962 ja usava essa estrutura — e tambem o motor v12 central dianteiro um dos principais motivos para as longas dianteiras dos grand tourers da epoca a frente do motor ainda ficava o radiador outro tipo de chassi usado na epoca para obter leveza nos esportivos e o tipo backbone ou espinha dorsal um dos carros mais famosos a usa lo e o lotus esprit nesse cutway acima e um pouco dificil de ve lo mas voce pode notar a espinha no ponto de fixaçao do braço semi arrastado da suspensao traseira e sua outra ponta logo atras do pneu dianteiro esse tipo de chassi nao usa estruturas sob as laterais do carro entre os eixos como se fosse a coluna vertebral dos cordados quanto ao motor central traseiro transversal algumas ferrari menos cultuadas dos anos 1970 e 1980 como a dino 308 e a mondial tambem usaram o layout mas o supercarro mais bem sucedido a usa la talvez seja o honda nsx repare no cutaway acima como a configuraçao transversal deixa a distribuiçao de massas mais compacta e limitada pelos eixos do carro o que foi fundamental para obter a dinamica afiada do nsx com um motor longitudinal o entre eixos seria mais longo ou o espaço da cabine reduzido e o cambio ficaria atras do eixo traseiro isso tambem permitiu que o honda nsx tivesse um pequeno porta malas na traseira uma vez que a dianteira foi ocupada pelos radiadores coluna de direçao estepe reservatorios de fluidos e suspensao outro esportivo da honda beneficiado pela distribuiçao de massas entre os eixos e o honda s2000 apesar do motor estar na dianteira ele fica atras do eixo como a ferrari 250 gto mostrada acima como estamos falando de um 2 0 de quatro cilindros que gira 9 000 vezes por minuto e bom lembrar nao e preciso uma frente muito longa para acomoda lo dessa forma o bom comportamento dinamico logicamente nao se deve apenas ao motor central dianteiro mas tambem a suspensao independente tipo duplo a nas quatro rodas isso permite uma instalaçao mais baixa e reduz o centro de gravidade especialmente na dianteira outro esportivo moderno a usar o motor central dianteiro e o bmw m3 e36 e seus sucessores mesmo sendo um longo seis em linha diferentemente do s2000 contudo ele usa torres mcpherson na dianteira e sistema multibraços na traseira o posicionamento do motor tambem traz o cambio para a porçao central do chassi ajudando na distribuiçao de peso nesse cutaway do lendario lancia d50 por exemplo e possivel ver algo que muitos fas de automobilismo nao conheciam deste carro o motor como componente estrutural embora o lotus 49 seja sempre considerado o primeiro carro de f1 com motor estrutural o d50 ja o usava assim em 1954 note que o chassi tubular vai ate a parede corta fogo e nao avança para a frente outras novidades desse f1 projetado por vittorio jano e usado por alberto ascari eram os tanques de combustivel nas laterais que ajudavam a equilibrar o peso e tambem na aerodinamica atras do piloto fica somente o cambio nada de gasolina la note ainda que o motor parece atravessado no cofre ele era mesmo ficava na diagonal e voce pode notar no cockpit o carda saindo da porçao central do cockpit quase embaixo da coluna de direçao mas chegando ao diferencial mais proximo da roda traseira esquerda o lancia d50 ainda foi usado em 1956 pela scuderia de enzo ferrari e ajudou juan manuel fangio a faturar seu quarto titulo o lotus 49 foi o primeiro carro de f1 a usar o motor estrutural na traseira com o cambio pendurado atras do eixo e usado para alguns pontos de fixaçao da suspensao traseira depois dele todos os carros da lotus — e tambem da f1 — adotaram o sistema de construçao o lotus 33 e um deles repare que o eixo traseiro e afixado ao monocoque por duas barras e a manga de eixo se prende a caixa de marchas enquanto a suspensao usa uma mola helicoidal a frente dos semi eixos amplie a imagem e voce vera no lado esquerdo do carro perto do disco de freio tambem repare a evoluçao os freios do lotus 33 que estreou em 1964 ja usam discos e cilindro mestre algo que voce ve no bico do carro loto antes do numero 6 os tanques de combustivel contudo continuavam na lateral e o radiador ainda era usado no bico do carro os pilotos estavam literalmente mergulhados em uma banheira de gasolina um dos primeiros carros a posicionar os radiadores em outro lugar foi o tyrrell 003 de jackie stewart o chassi mais vitorioso da historia da f1 leia a historia aqui que disputou 16 corridas e ganhou metade delas sim o radiador continua no bico do carro mas olhe para a asa traseira mais dois uma olhada mais atenta ali na traseira revela os freios traseiros inboard uma soluçao para reduzir a massa nao suspensa do carro tambem usada no lotus 72 o grande rival do tyrrell naquelas temporadas de 1970 e 1971 o lotus 72 como voce sabe foi o carro que emerson fittipaldi pilotou na campanha de seu primeiro titulo mundial em 1972 o carro estreou em 1970 e seguiu praticamente sem alteraçoes ate 1975 diferentemente do tyrrell ele tambem tinha os freios dianteiros inboard e usava os radiadores nos sidepods a configuraçao usada ate hoje a asa traseira embora ja fosse um padrao na f1 da epoca ficava instalada sobre o cambio e nao presa a carenagem do monocoque como o 003 depois de revolucionar o layout dos carros com o 72 a lotus voltou a mudar as regras em 1977 com o lotus 78 o primeiro formula 1 a usar o efeito solo o layout basico se tornou um padrao como se ve pela posiçao das asas freios motor radiadores etc o que mudou foram os sidepods que ficaram mais longos para ter maior superficie de contato com o fluxo de ar e saias na parte de baixo elas ajudavam a formar uma zona de baixa pressao sob o carro enquanto a parte superior do pod era pressionada pelo fluxo de ar com isso o carro era praticamente uma asa invertida usando a pressao aerodinamica para otimizar a estabilidade e ser mais veloz em curvas novamente a lotus saiu na frente e garantiu o titulo de construtores e de pilotos com mario andretti o efeito solo contudo logo seria banido devido a preocupaçao com a perda repentina de pressao aerodinamica e os graves acidentes resultantes a revoluçao seguinte da f1 contudo entrou na pista nessa mesma epoca os motores turbo foi a renault quem levou os caracois para a categoria ainda em 1977 com o rs01 na decada seguinte praticamente todos os grandes nomes do grid eram impulsionados por um motor turbo o primeiro a vencer com um motor sobrealimentado contudo foi nelson piquet em 1983 com seu brabham bt52 o brabham de 1983 era equipado com um motor 1 5 de quatro cilindros da bmw e usava somente um turbo — um turbo enorme diga se de passagem voce pode ve lo atras do motor na parte superior da imagem acima os motores turbo dispensavam os dutos de admissao sobre o motor e por isso a traseira dos carros eram baixas isso e os radiadores instalados nos sidepods deram um perfil elegante ao bt 52 note tambem que os freios voltaram as pontas dos eixos e quem foi para bordo do carro foi a suspensao que passou a ser do tipo pullrod ou pusrod os freios inboard apesar de reduzir a massa nao suspensa eram mais complexos e mais dificeis de resfriar outro campeao da era turbo foi um dos carros mais dominantes da f1 se o tyrrell 003 foi o chassi mais dominante o mclaren mp4/4 foi o modelo que mais venceu corridas sem alteraçoes o motor era o excelente honda v6 ra 168e de 1 6 litro sobrealimentado por dois turbos ampliando a imagem voce vera que eles ficavam nos sidepods logo atras dos radiadores a suspensao tambem era inboard acionada por pushrods na traseira o perfil do carro era ainda mais baixo que os demais um conceito lançado por gordon murray ainda na brabham e que foi implementado com sucesso no macca com esse carro senna e prost venceram 15 de 16 corridas da temporada de 1988 a revoluçao seguinte da formula 1 infelizmente nao chegou a acontecer pois a fia se antecipou e baniu o carro antes mesmo de ele entrar no campeonato o ano era 1993 e o carro o williams fw15c o carro tinha tanta eletronica embarcada que foi considerado por alain prost um pequeno airbus tinha controle de traçao abs comandos fly by wire molas pneumaticas no trem de valvulas direçao hidraulica suspensao ativa e cambio cvt no cutaway acima e possivel ver todas as linhas hidraulicas da suspensao ativa os modulos eletronicos de controle espalhados pelo carro e a suspensao inboard traseira esta materia e uma amostra do nosso conteudo diario exclusivo para assinantes e foi publicada sem restriçoes de acesso a carater de degustaçao a sua assinatura e fundamental para continuarmos produzindo tanto aqui no site quanto no youtube nas redes sociais e podcasts escolha seu plano abaixo e torne se um assinante alem das materias exclusivas voce tambem ganha um convite para o grupo secreto exclusivo do plano flatouter onde podera interagir diretamente com a equipe ganha descontos com empresas parceiras de lojas como a interlakes a serviços de detailing e pastilhas tecpads e ainda recebera 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