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O Audi de Fórmula 1 | a volta da Ram SRT? | Dakota por R$ 290.000 e mais!

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Audi revela o R26 com Bortoleto e Hulkenberg

A Audi finalmente revelou o primeiro carro de Fórmula 1 de sua história, o R26. E ele é praticamente idêntico ao que vimos em novembro, quando a Audi apresentou o “conceito de design” do carro. Na prática, o que mudou foi apenas o preenchimento das marcas patrocinadoras da equipe.

O carro mantém o trio de cores — o cinza-preto-e-vermelho que a Audi Sport usa desde suas origens, nos anos 1980—, mas agora, com os patrocinadores, ele ganhou a cara de carro de corrida real. Entre os patrocinadores estão a Adidas, a BP, a Castrol e a Gillette, que, claro, vai associar a asa traseira às laminas de barbear. A equipe terá como dupla de pilotos Nico Hulkenberg e Gabriel Bortoleto, e será comandada por Mattia Binotto e Jonathan Wheatley. Segundo a Audi, o objetivo da equipe é brigar pelo título até 2030 — embora já tenha dito que 2026 será um ano “perdido” devido ao novo regulamento dos motores e a impossibilidade de herdar os dados usados pela Sauber até 2025.

O R26 agora segue para a Espanha, onde participará dos primeiros testes de pré-temporada em Barcelona na próxima semana.

Nova Dakota começa a ser vendida em duas versões a partir de R$ 290.000

Como havíamos antecipado ontem, a Ram finalmente iniciou as vendas da nova Dakota nesta quarta-feira (21). O modelo chega nas versões Warlock e Laramie, em um lote inicial de apenas 750 unidades — que devem se esgotar rapidamente, como aconteceu com a Rampage e outros lançamentos da marca no Brasil.

As duas versões são equipadas com o motor 2.2 turbodiesel de 200 cv e 45,9 kgfm combinados ao câmbio automático de oito marchas. Esse conjunto faz a Dakota rodar até 9,7 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada — números melhores que os da Hilux SRX, e que devem atrair o público que busca autonomia para longas distâncias. A transmissão tem quatro modos de condução para o sistema 4×4 — Normal, Sport, Sand & Mud e Snow.

Apesar da origem asiática da picape, a Ram se esforçou para diferenciá-la suficientemente das irmãs Fiat Titano e Peugeot Landtrek, tanto no visual externo, que integrou bem os elementos característicos da Ram às limitações de design intrínsecas a esse tipo de reformulação, quanto na cabine — que é onde a Dakota realmente se separa das demais. Enquanto a Titano entrega plástico rígido, a Dakota tem o interior mais refinado, chegando a oferecer couro legítimo no painel e nos bancos, colocando-a no mesmo nível das Ram “legítimas”, desenvolvidas nos EUA.

O conjunto de telas de 12,3 polegadas para a multimídia e 7 polegadas para o painel de instrumentos cria um ambiente tecnológico que a concorrência japonesa ainda custa a igualar. Itens como a câmera 540 graus, o piloto automático adaptativo e os freios a disco nas quatro rodas deixam clara a tentativa da Ram de posicionar a Dakota como uma escolha racional para quem procura o luxo de uma full-size, sem ter que dirigir um caminhão no dia-a-dia.

Quanto às versões, a diferença é uma questão de “personalidade”: a Warlock, versão de entrada por R$ 289.990, tem um aspecto mais aventureiro, sem muita decoração. O foco é o visual escurecido, com rodas cinzas de 17 polegadas calçadas em pneus de perfil mais alto e detalhes de acabamento em preto nas colunas e no teto. Por dentro, o couro é sempre preto.

Já a Laramie, tabelada em R$ 309.990, segue o mesmo estilo das demais Laramie da Ram: cromados na grade, retrovisores, rodas diamantadas de 18 polegadas e couro marrom na cabine. Além disso, os bancos dianteiros ganham ajustes elétricos para motorista e passageiro, uma assinatura de LED de boas-vindas nos faróis e o alerta de tráfego cruzado traseiro, que não está disponível na Warlock.

A entregas começam em março e, é bom lembrar, estes valores são válidos apenas para este lote inicial de 750 unidades.

Vai um Honda Fit “de pista” aí?

Enquanto a Honda oferece o City Hatch, tentando nos convencer de que ele é um carro melhor que os antigos Fit que ela vendeu por aqui, lá fora, a nova geração do Fit continua a venda — e até ganha uma versão “de pista”.

Sim, está entre aspas porque ainda não se sabe o que há por baixo desse visual de Honda Fit do Gran Turismo. O que está claro é que o conjunto segue a receita típica do tuning japonês de pista: para-lamas alargados, splitter dianteiro, canards e uma asa traseira que parece mais estética do que funcional, capô preto com tomada de ar e rodas brancas de fazer inveja a qualquer ricer.

A GAC Honda não divulgou detalhes técnicos — todos os outros Fit vendidos na China usam o 1.5 i-VTE de 123 cv e 14,8 kgfm com um câmbio CVT. É possível que esse modelo tenha algo mais temperado que isso? É possível, mas não provável, considerando que são apenas 3.000 unidades e que os chineses não se importam muito com a segunda parte do “all show, no go”. Infelizmente.

Concessionários da Jaguar estão céticos quanto ao Type 00

A Jaguar está basicamente implodindo o que restou da sua rede para tentar renascer como uma marca de “boutique”. O plano de vender apenas 10.000 carros por ano é o que mais assusta os concessionários. Para se ter uma ideia, isso é menos do que a marca vendia em um trimestre ruim há alguns anos. A conta (que preocupa os lojistas) é simples: com um volume tão baixo, a margem de lucro em cada unidade precisa ser astronômica para manter as portas abertas — o que explica o preço estimado em US$ 130.000 do Type 00.

O valor o coloca acima de concorrentes mais bem-estabelecidos, como o Mercedes-Benz EQS — e é justamente este o problema: segundo analistas da S&P Global, é que a Jaguar está tentando entrar em um nicho do qual outros fabricantes de luxo estão recuando devido à baixa demanda. Ou seja: a Jaguar reduziu seu portfólio a um único produto, justamente em um nicho que está encolhendo quando seu carro finalmente estiver pronto.

O cenário preocupa os concessionários, evidentemente. Eles já tiveram que investir na “SUVização” da marca para, dez anos depois, ficar um ano inteiro vendendo sobras de produção enquanto esperam um modelo que pretende reposicionar a marca em um patamar mais alto. Na prática, a Jaguar está dizendo “confia”, sem nada mais sólido para inspirar a confiança dos concessionários.

Imagine: depois de passar um ano vendendo sobras, você precisa convencer o cliente que procura um Taycan ou um Mercedes EQS de que ele deveria comprar o controverso Jaguar Type 00. Os concessionários, naturalmente, estão se questionando se existe mesmo uma base real de compradores para estes carros ou se a estratégia é sequer sustentável a longo prazo — especialmente considerando que não se sabe qual a capacidade atual da Jaguar em reverter a plataforma do Type 00 para motores a combustão ou híbridos.

Alguns revendedores dizem que sequer existe um “business case” para esta reestruturação/reposicionamento da Jaguar. É por isso que muitos dos concessionários ainda estão ponderando se continuarão a investir no projeto, ou se simplesmente trocarão a Jaguar por outra marca. Mesmo para quem escolher continuar, existe o risco de os carros encalharem e o preço despencar — matando a lucratividade das revendas e destruindo o plano de reposicionamento da Jaguar.

Ram avalia retorno das picapes esportivas de rua com projeto de 650 cv

O CEO da Ram, Tim Kuniskis, afirmou que sua “Street Truck” de 650 cv, desenvolvida em parceria entre a Fox Factory e a Mopar, serve como um termômetro para medir a aceitação do mercado para um modelo de performance focado no uso “on-road”. Segundo o executivo, a recepção do público ao conceito superou suas expectativas iniciais.

A análise de Kuniskis para considerar esse segmento baseia-se em dados de consumo e na movimentação da concorrência. Ele citou o sucesso da Ford Maverick Lobo (eleita Picape do Ano na América do Norte) como prova do interesse de público e crítica por picapes esportivas baixas. Além disso, o CEO destacou que existe uma sobreposição direta de público: estatisticamente, o veículo que mais divide a garagem com um muscle car nos EUA é uma picape leve. Como o mercado de picapes é dez vezes maior que o de carros esportivos, o potencial de vendas é significativamente superior.

Embora a Ram tenha descontinuado o motor Hemi 6.4 V8 na linha 1500 e não ofereça uma picape de cabine simples voltada para as ruas atualmente, Kuniskis relembrou o histórico da marca no nicho, mencionando a SRT-10 (com motor de Viper e câmbio manual) e a Rumble Bee.

Apesar do entusiasmo com os dados, o executivo não confirmou a produção em série de um novo modelo, limitando-se a dizer que a demanda é evidente. Caso o projeto avance, tudo indica que veremos uma nova Ram SRT — quem sabe uma Hellcat? —, afinal, a divisão foi recentemente reativada pelo próprio Kuniskis.

Desconto especial para assinantes na Lateral G!

Sabe qual o melhor upgrade para baixar tempos de volta e extrair mais do seu carro? O upgrade do piloto. Não adianta ter potência, freios e suspensão de alto nível se o piloto não está em alto nível. E isso não diz respeito apenas às técnicas de pilotagem, mas também o conhecimento técnico sobre os sistemas do carro. Você sabe, por exemplo, calcular a calibragem correta para a pista? Pouca gente sabe. Você entende como a sua tocada influencia a temperatura dos pneus e como a temperatura afeta sua tocada?

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Isso veio parar no Zero a 300 de hoje por que os assinantes do FlatOut têm desconto de 10% nos módulos ou no treinamento completo. As inscrições para a próxima turma estão abertas e as aulas online começam no dia 3 de fevereiro. Para fazer sua inscrição ou saber mais detalhes sobre o treinamento, acesse o site oficial ou fale com o pessoal da Lateral G pelo instagram.