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Zero a 300

O novo Porsche 911 Targa, o fim do super rodízio de SP, Le Mans terá edição virtual em 2020 e mais!

Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Porsche 911 Targa é revelado nas versões 4 e 4S

O Porsche 911 992 acaba de ganhar mais um membro na família – a versão Targa, que proporciona a mesma experiência a céu aberto do conversível sem estragar a silhueta clássica do cupê. Com seu vidro traseiro envolvente e a barra com acabamento em metal escovado no lugar onde ficam as colunas “B” (que a Porsche chama de “Targa bar”), o visual do carro não é exatamente uma surpresa. Ao contrário – é exatamente como a gente esperava e queria que fosse.

A Porsche optou por, ao menos a princípio, disponibilizar o 911 Targa apenas com tração nas quatro rodas, nas versões Targa 4 e Targa 4S. A diferença entre as duas é a potência: o Targa 4 tem 384 cv e 45,8 kgfm de torque no motor 3.0 biturbo, enquanto o Targa 4S dispõe de 450 cv e 53,9 kgf. O câmbio padrão é o PDK de dupla embreagem e oito marchas, mas a Porsche já disse que o Targa também será vendido com câmbio manual de sete marchas.

 

Segundo a Porsche, o Targa 4 vai de zero a 100 km/h em quatro segundos cravados, enquanto o 4S precisa de apensa 3,4 segundos para fazê-lo – ambos equipados com câmbio de dupla embreagem e o opcional Sport Chrono Package.

Um dado interessante é o peso: com 1.550 kg, o 911 Targa 4/4S pesa exatos 40 kg a menos que o 911 Cabriolet, graças à ausência do mecanismo de acionamento da capota elétrica.

A Porsche diz que tanto o Targa 4 quanto o Targa 4S começarão a ser vendidos ainda em 2020. (Dalmo Hernandes)

 

Prefeitura de SP suspende super rodízio e o substitui pelo rodízio convencional

Foi preciso colocar a população em risco por uma semana, mas a prefeitura de São Paulo finalmente desistiu do desastroso super rodízio de placas pares e ímpares. Segundo o prefeito Bruno Covas, a medida não surtiu o efeito esperado (por ele, e mais ninguém…) e, por isso, o super rodízio foi substituído pelo rodízio convencional a partir desta segunda-feira (18).

Com a retomada do rodízio municipal convencional, antes suspenso devido à quarentena e à maior segurança proporcionada pelo isolamento do transporte individual, a restrição de circulação será limitada a apenas um dia por semana e durante seis horas por dias — das 7h às 10h e das 17h às 20h. A solução ainda prejudica os trabalhadores de serviços essenciais, uma vez que é feita no horário de rush, mas ao menos permite que eles saiam em horários alternativos. (Leo Contesini)

 

24 Horas de Le Mans terá edição virtual em 2020

É oficial: em 2020, as 24 Horas de Le Mans serão disputadas virtualmente. Os organizadores da prova anunciaram que a corrida acontecerá na mesma data que a corrida “real” – o fim de semana dos dias 13 e 14 de junho.

A prova será disputada no rFactor 2 e terá 24 horas de duração. As equipes terão quatro pilotos – dois profissionais do mundo real e dois profissionais de simuladores. Todos eles terão de pilotar por pelo menos quatro horas durante a corrida, sendo que cada um poderá pilotar por no máximo sete horas. Uma lista com os inscritos será publicada em breve.

A corrida terá duas classes, GTE e LMP2, e todos os recursos – ciclos de dia e noite, bem como condições climáticas variáveis – ficarão ligados para adicionar mais emoção à prova.

As 24 Horas de Le Mans virtuais serão televisionadas por um estúdio de TV parisiense, com comentaristas ao vivo e convidados especiais. Logo mais detalhes serão divulgados. (Dalmo Hernandes)

 

Preços dos combustíveis seguem em queda

Na semana passada dissemos que a sequência de quedas nos preços dos combustíveis — que chegaram ao patamar de 2017 — deveria ser interrompida devido à combinação de alta do dólar, aumento no valor do barril do petróleo e maior demanda interna de combustíveis devido à flexibilização em alguns estados. Apesar disso, a média nacional dos preços voltou a cair, porém agora de forma mais moderada.

Nesta última semana, segundo a ANP, o preço médio da gasolina caiu de R$ 3,823 para R$ 3,808, enquanto o do diesel baixou de R$ 3,077 para R$ 3,055. O etanol foi o combustível com a maior queda, passando de R$ 2,579 para R$ 2,548.

Nesta semana, os preços deverão se estabilizar ou até subir, já que São Paulo liberou o rodízio e mais cidades estão flexibilizando o isolamento da quarentena. Além disso, a Petrobras anunciou na quinta-feira (14) mais um aumento nos preços da gasolina e do diesel, motivada pela variação do preço do barril e pela alta do dólar/desvalorização do real.

A possibilidade de os preços voltarem ao patamar do início do ano, contudo, é baixa, porque o barril de petróleo estava na casa dos US$ 60 e a demanda por combustíveis normalizada. (Leo Contesini)

 

Elétricos da Volkswagen podem matar o Golf

Alguns carros estão por aí há tanto tempo que achamos que eles vão durar para sempre. Mas isto não é exatamente verdade – agora, por exemplo, podemos estar perto do fim do Volkswagen Golf: de acordo com a própria VW, é bem possível que ele só dure mais uma geração.

A “culpa” é dos VW elétricos da família ID, construídos sobre a nova plataforma MEB da Volkswagen. À medida em que eles forem ganhando popularidade, não fará sentido manter modelos tradicionais, como o Golf, no mercado. Além disso, a Volkswagen está levando em conta as medidas de proibição de carros com motor a combustão que entrarão em vigor nos próximos anos, especialmente na Europa.

Quem diz é Jürgen Stackmann, diretor de vendas e marketing da Volkswagen. Em uma coletiva de imprensa transcrita pelo Auto Express, Stackmann afirmou que é bem provável que os ID tomem o lugar dos Volkswagen tradicionais no Velho Mundo, onde as restrições aos motores a combustão serão mais severas e chegarão antes. E isto não vale apenas para o Golf: à medida que a família ID for aumentando, outros nomes tradicionais na Volkswagen poderão perder seu espaço, como o Passat e Polo.

A VW já decidiu não dar ao Golf Mk8 uma versão totalmente elétrica, deixando esta tarefa exclusivamente para a família ID – e este é o sinal mais forte. Stackmann acredita que haverá um Golf Mk9, mas apenas em alguns locais. “Ele será um carro importante para a marca em muitos países, mas fora da Europa, onde eles ainda não têm a capacidade de migrar totalmente para os carros elétricos tão rápido. Então, estou convencido de que veremos um Golf Mk9 e a família ID em paralelo na próxima geração”.  (Dalmo Hernandes)

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