Depois de tanto drama até o negócio ser fechado, às 08h00 do dia 27 de julho de 2012 eu estava com o guincho no estacionamento onde Sônia Mercedes estava prestes a despertar.
Com os pneus baixos, não foi tarefa das mais fáceis tirá-la do lugar. Mas com algum custo, empurramos o carro pra fora da vaga, desalojamos alguns calangos e aranhas que deveriam residir ali embaixo, e a colocamos no guincho.
O caminho pra casa teve tom de utopia. Ainda que ela estivesse longe da sua forma ideal, ver ali em cima da plataforma, se mexendo suavemente de acordo com as ondulações do asfalto, uma Mercedes-Benz (oh, Lord!) minha era uma sensação indescritível. Antes de chegar em casa, passamos num posto e enchemos os pneus, quando eu aproveitei e tirei mais umas fotos daquele prêmio.
Chegando em casa, eu finalmente abriria o pacote. Ao me aproximar da traseira, porém, notei uma quantidade razoável de mosquitos voando por ali. Investigando um pouco, descobri que eles estavam se reunindo na ponta