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Car Culture

Tudo sobre turbo: como funciona a geometria variável, compressão e mapas

Tudo o que vimos no post anterior se refere à geometria fixa de um turbo. E eu acho que depois de tanta conversa vocês já perceberam o jogo de perde e ganha quando temos que escolher um turbo. Pequeno demais ele te dá ganhos em baixas rotações, mas estrangula seu motor nas faixas mais altas. Grande demais ele cria um monstro devorador de tacômetros, mas é completamente preguiçoso em baixas rotações. Para resolver esse dilema os fabricantes criaram as turbinas de geometria variável (TGV). Em uma turbina de geometria fixa existe uma abertura em forma de bocal que se estende por quase todo o raio da voluta, e ao contrário do difusor que encontramos na voluta do compressor, este bocal transforma a energia pneumática dos gases de escape em cinética e é isso que move o rotor. Numa TGV existem lâminas móveis que executam a função de bocais. No vídeo acima podemos ver a pessoa acionando manualmente as lâminas, variando o diâmetro da aber