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Zero a 300

Vettel deixará a Fórmula 1 | o supercarro final da Alfa Romeo | a volta da Silverado e mais!


Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Sebastian Vettel anuncia aposentadoria após temporada de 2022

É mais um fim de era na Fórmula 1. Nos últimos 15 anos vimos Sebastian Vettel alinhar em praticamente todos os Grandes Prêmios organizados pela F1, mas a partir de 2023 não o veremos mais. O piloto alemão, que acabou de completar 35 anos, anunciou nesta quinta-feira (28) que deixará a Fórmula 1 após o fim desta temporada de 2022.

O anúncio foi feito por meio de um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, no qual Sebastian Vettel fala um pouco sobre si próprio e cita sua família como o motivo para a decisão. Casado e pai de três filhos, ele diz que quer ser um pai e marido presente e que isso é inconciliável com a determinação necessária para ser um piloto de ponta na F1. Ao final do vídeo, Vettel deu a entender que alguns de seus pontos de vista mudaram, mas de forma sutil e não esclarecida. Enigmático, no mínimo.

Sebastian Vettel estreou na Fórmula 1 em 2007, durante o GP dos EUA, substituindo Robert Kubica, que havia sofrido um violento acidente no GP do Canadá, a etapa anterior. Vettel se classificou com o sétimo lugar e terminou a corrida na oitava posição, marcando seus primeiros pontos logo na estreia — e tornando-se o piloto mais jovem a pontuar na F1 até então.

Em 2008 Vettel disputou sua primeira temporada completa como piloto da Toro Rosso. Naquele ano ele conquistou sua primeira vitória, o que lhe rendeu dois recordes que persistem até hoje: foi o piloto mais jovem a conquistar a pole position e o piloto mais jovem a conquistar uma pole e a vitória, ao vencer o GP da Itália daquele ano. Na ocasião, ele também se tornava o piloto mais jovem a vencer um Grande Prêmio, recorde que hoje pertence a Max Verstappen.

A partir dali sua carreira teve uma ascensão meteórica. Foi vice-campeão em 2009, quando foi promovido para a Red Bull e acabou superando Rubens Barrichello no campeonato. No ano seguinte iniciou sua série de quatro títulos consecutivos e quebrou outros recordes que ainda permanecem em seu nome: o campeão mais jovem da história, piloto que mais liderou voltas em uma única temporada (2011), piloto que mais tem pole positions em uma única temporada (11 em 2011), piloto com o maior número de vitórias consecutivas em uma temporada (9 em 2013), e piloto com o maior número de vitórias em uma única temporada (13 em 2013).

Em 2015 Vettel foi para a Ferrari, onde foi vice-campeão em 2017 e 2018 e se transferiu para a Aston Martin em 2021, quando consquistou seu último pódio, um segundo lugar no GP do Azerbaijão.

“A decisão de me aposentar foi muito difícil, e passei muito tempo pensando a respeito. No fim do ano, quero ter mais tempo para refletir sobre o que quero fazer em seguida; está muito claro que, sendo pai, quero passar mais tempo com a minha família”, disse no vídeo. “Hoje, não quero dizer adeus. Quero dizer obrigado a todos”, completou. (Leo Contesini)

 

Porsche compra 50% da Red Bull Racing

Finja surpresa: a Porsche irá mesmo voltar à Fórmula 1 como parceira da Red Bull. As duas empresas apresentaram o projeto às autoridades antitruste de mais de 20 países e a informação acabou divulgada publicamente por diversos meios. O que foi publicado: Porsche e Red Bull GmbH tiveram uma candidatura conjunta aprovada e a aprovação previa a compra de 50% da Red Bull F1 pela Porsche.

O anúncio estava previsto para o GP da Áustria, realizado três semanas atrás, mas devido ao atraso na aprovação do novo regulamento de motores, que irá entrar em vigor em 2026, as empresas optaram por adiar o anúncio — afinal, o novo regulamento é o que atraiu a Porsche de volta à Fórmula 1.

Com isso, fica confirmado o que já se esperava desde que os rumores sobre o retorno da fabricante à categoria: ela não será apenas fornecedora de motores, mas também uma equipe de fábrica. O acordo prevê o fornecimento de motores para a Alpha Tauri, mas não haverá participação acionária da Porsche na equipe. O anúncio oficial está previsto para o próximo dia 4 de agosto. (Leo Contesini)

 

Alfa Romeo pode ter supercarro V6 em 2025

Se você achava que a Alfa Romeo se tornaria uma marca elétrica nos próximos anos, aqui vai uma notícia boa: aparentemente eles estão desenvolvendo um supercarro com motor V6 para 2025. Ainda é cedo para se empolgar — afinal, ainda não esquecemos do balde de água fria que foi o GTV e o 8C previstos para 2022 em 2018 e que acabaram cancelados… —, mas onde há fumaça há (ou houve) fogo.

E o fogo foi visto pelo pessoal da Car Magazine britânica. Segundo eles, a Alfa Romeo irá apresentar um “estudo de design” de um supercarro no início de 2023 como um termômetro do interesse público. Caso haja reação suficientemente interessante para a fabricante, ela pretende lançar o esportivo por volta de 2025.

Não parece tão simples fazer um supercarro do zero em tão pouco tempo, o que indica que eles podem usar algum modelo já existente como base. A primeira coisa que me vem à mente é o Maserati MC20, que usa um V6 como o 2.9 do Giulia Quadrifoglio GTA. Considerando que a Alfa Romeo pretende ter apenas modelos elétricos a partir de 2027, parece que esta seria uma despedida honrosa para o V6 da marca e um modelo limitado resolveria a questão de se ter apenas dois anos para o lançamento e venda do carro.

A Alfa Romeo não teve problemas para vender toda a série de 500 exemplares do Giulia GTA/GTAm, que era um carro de quase 200.000 euros. Não seria um problema vender outros 500 exemplares do “último Alfa Romeo V6 da história”. (Leo Contesini)

 

GM voltará a vender Silverado no Brasil

A GM e a Ford há muito tinham desistido do mercado de caminhonetes grandes por aqui; a última Silverado fabricada no Brasil (depois de um fiasco argentino) é de 2001, a F-1000 acabou em 1998, e a F250 acabou em 2011. Foi quando decidiram que não existia mais mercado para isso, que as “pequenas” Ranger e S10 eram suficientes para a gente.

A Dodge tinha parado bem antes; a D-100 nacional acaba em 1976 (apesar de existirem registros de produção pequenos até o fim da empresa nos anos 1980), mas foi ela que, ao voltar para o Brasil como importadora ao se retomarem as importações nos anos 1990, lentamente foi mostrando que ainda existia um mercado para picape grande no Brasil. Mesmo com um preço altíssimo e viés de carro de luxo rural.

Como nenhum sucesso fica sozinho no mercado por muito tempo, o sucesso da Dodge Ram acaba por retornar as Chevrolet e Ford para o Brasil. A Ford já anunciou a vinda de sua F-150, e agora é a vez da Chevrolet trazer de volta a Silverado. Fontes ligadas à marca confirmaram ao site Motor1.com que a picape full-size americana será comercializada no Brasil.

Obviamente é apenas uma informação extraoficial por enquanto, sem muitos detalhes. Mas espera-se que venha somente com um motor V8 a gasolina da família LS. Hoje dois são oferecidos para o mercado americano: 5.3 litros de 360 cv e 6.2 litros de 426 cv, ambos combinados a uma transmissão automática de 10 marchas. Quase certamente virá também em versão luxuosa, e 4×4. A picape será importada do México, e o lançamento deverá ser no fim de 2023.

Se você acabou de voltar de uma viagem de 50 anos a Urano, ou não prestou atenção no mercado dessas caminhonetes nos EUA, ou ainda nas Dodge Ram que aportaram por aqui, saiba que são muito diferentes dos utilitários que eram produzidos aqui no Brasil no passado. Evoluíram para enormes carros ultra luxo de quatro portas e cinco lugares, com chassi separado e tração nas 4 rodas, e com uma caçambinha no lugar do porta-malas para um “lifestyle ativo”. Mesmo pesando algo bem ao norte de duas toneladas, a capacidade de carga é ao redor de 900 kg.

Mas é um carro sensacional, ao mesmo tempo útil, luxuoso e potente. Além do V8 potente, uma Silverado tem um interior de qualidade que faz inveja a Cadillacs do passado, e todo equipamento moderno de conforto e conveniência conhecido pela humanidade. De central multimídia com tela de 13,4” e Android Auto e Apple CarPlay sem fio, ligado a um sistema de som Bose com 7 alto-falantes, até um teto solar de vidro na cabine inteira.

Mas é claro que não virá barato. Uma S10 topo de linha já passa dos R$ 300.000 hoje, e a Silverado, que custa em média US$ 60.000 nos EUA, não chegará aqui por menos de R$ 500.000, imaginamos. Mas quer saber? Se isso não te assusta, e o tamanho não é problema para você, claro que vale a pena. (MAO)

 

Nova Suzuki Hayabusa chega ao Brasil

Hayabusa é o nome que os japoneses dão ao Falco peregrinus, a ave de rapina que é considerada o animal mais veloz da terra, capaz de mais de 320 km/h. É também o nome de um avião de caça da segunda guerra, o veloz e ágil Nakajima Ki-43 Hayabusa. Mas é infinitamente mais conhecido na forma de motocicleta: a Suzuki Hayabusa.

Desde 1999, é a mais veloz e aerodinâmica moto da marca de Hamamatsu. Criada para ser uma moto esporte superlativa, o máximo que a Suzuki conseguiria fazer, é sempre algo muito interessante. Uma nova geração foi apresentada nos mercados de primeiro mundo em fevereiro do ano passado. E agora, a motocicleta chega ao Brasil. A moto será montada em Manaus (AM), em regime de CKD, e segundo a Suzuki, você poderá comprar a sua nas concessionárias da marca a partir da segunda quinzena de agosto.

A nova Hayabusa é 1,9 kg mais leve aos 263,9 kg, num esforço de compensar o fato de que é um pouco mais fraca que a anterior: o quatro em linha de 1340 cm³ agora tem “apenas” 190 cv e 15,3 kgfm; 7 cv a menos. O motivo vocês já sabem: normas antipoluição.

A Suzuki afirma que a nova Hayabusa está mais rápida, acelerando de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos, contra 3,4 segundos da antecessora. A velocidade máxima é limitada a 299 km/h. Mais lenta, portanto, que a Hayabusa de carne, osso e penas.

Seis modos de pilotagem diferentes são possíveis, 3 predefinidos e 3 personalizáveis. O controle de tração pode ser regulado em 10 níveis ou totalmente desligado. Os faróis são de LED, e a moto tem também uma tela TFT colorida que separa os tradicionais mostradores analógicos no painel. O preço? R$ 124.500, sem frete. (MAO)

 

VW deve finalizar produção do Gol com série “Last Edition”

Não é novidade para ninguém que o Gol, este clássico nacional criado por brasileiros para brasileiros, está chegando ao fim de sua história. Ninguém vai derramar lágrimas; faz tempo que a indústria nacional não parece importante para ninguém por aqui, nem muito menos nossa capacidade de criar coisas nós mesmos. Passado.

Mas de acordo com o site Autosegredos, a VW não vai deixar esse marco de nossa história passar sem nenhuma comemoração. Segundo o site, a empresa prepara uma versão especial do carro para marcar seu fim, ainda este ano.

Será chamada de Gol Last Edition, e virá em 1000 unidades numeradas, com cor especial e com todos os opcionais do catálogo. O motor será o excelente tricilíndrico 1.0 MPI aspirado de 84 cv a 6.450 rpm e 10,3 kgfm a 3.000 rpm (no Etanol), acoplado à caixa manual de cinco velocidades.

Pelo que tudo indica, o carro será substituído no posto de VW mais barato pelo novo Polo Track. Boatos indicam que o nome Gol pode voltar em um SUV, mas nada de concreto por enquanto. A série limitada “Last Edition” não deve ficar barata, já que tem todos os opcionais disponíveis e tem o óbvio apelo colecionista. E qualquer Gol não sai por menos de R$ 70.000 hoje. Espere algo na casa dos R$ 100.000. (MAO)

 


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