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A beleza bruta da usinagem de metais

Já notou que todo futuro distópico e feio é repleto de máquinas? Pode observar: "Blade Runner", "O Vingador do Futuro", "Brazil" e "Metropolis" são filmes com enredos diferentes e de épocas diferentes, mas em comum todos têm um panorama feio e obscuro, onde as máquinas predominam sobre os homens — e muitas vezes mecanizam a humanidade. Trata-se de um recurso de semiótica. Pense nas características das máquinas: elas são impessoais, racionais, invariáveis, frias e rígidas. Máquinas são feias e sujas. Sua função é substituir o trabalho manual, o calor humano e a busca pela perfeição que é o trabalho artesanal. Uma máquina banaliza a produção, cria produtos impessoais. E é por isso que o predomínio das máquinas e a mecanização do homem simboliza a decadência da humanidade. Imagine se no lugar de árvores tivéssemos máquinas que capturam gás carbônio para produzir glicose e oxigênio? Se em vez de pintores e escritores tivéssemos máquinas que pintassem quadros e

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