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A história do Probe 16, o Durango 95 de “Laranja Mecânica”

Muito se fala sobre a prolífica indústria de carros "fora-de-série" que tivemos no Brasil entre as décadas de 1960 e 1990 – carros feitos por empresas pequenas, geralmente de fibra de vidro, usando componentes mecânicos de carros populares no mercado. No nosso caso, o motivo era simples: como não havia carros importados nas ruas, era preciso que os entusiastas brasileiros fossem criativos para suprir as demandas de nicho. Os entusiastas, por exemplo, tinham no Puma uma interessante combinação de design esportivo com mecânica simples e barata – uma carroceria de fibra inspirada nos clássicos europeus da época. Mas, obviamente, esta ideia não existiu só no Brasil. Lá fora – nos EUA e no Reino Unido, por exemplo – os fora-de-série são chamados de kit cars, e existiram dezenas de empresas especializadas neles. Contudo, diferentemente do que ocorreu no Brasil, onde a maioria deles usava a mecânica dos VW a ar (com algumas belas exceções, claro), em outros países havia mais opçõe

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