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Zero a 300

A nova geração do Grand Cherokee, o 911 Safari da Singer, Ford Bronco no Brasil e mais!


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Jeep revela nova geração do Grand Cherokee

A Jeep apresentou nas primeiras horas desta quinta-feira (7) a nova geração de seu Grand Cherokee. De cara, posso dizer que o modelo ficou mais encorpado e tem muito do conceito Grand Wagoneer, apresentado no ano passado, tornando-se uma espécie de Range Rover americano.

O capô agora é mais alongado, enquanto a dianteira se tornou mais pronunciada, com a grade inclinada para a frente. Ela também ficou menor que a geração anterior, e agora os faróis são menores, porém com tecnologia LED.

O modelo apresentado chama-se Grand Cherokee L, com esta letra sufixada indicando chassi alongado, com 3,09 metros de entre-eixos e comprimento total de 5,2 metros. Isso, porque ele terá três fileiras de bancos, em vez de apenas duas.

Um elemento interessante é o friso cromado que percorre o perímetro do teto e cai no vidro traseiro, de forma semelhante ao do Compass. Nesta imagem abaixo também é possível notar a semelhança com o Range Rover na traseira.

Por dentro ele também passou por uma rangeroverização: o sistema multimídia tem uma tela maior e o console central mais largo tem o seletor do câmbio e dos modos de rodagem como no rival inglês. O acabamento interno também ficou mais refinado, com diversas opções de couro, madeira e metal — uma das opções, aliás, é o couro Palermo costurado à mão com madeira legítima e camurça sintética no teto.

Debaixo do longo capô, poucas novidades: a versão de entrada usa um V6 de 3,6 litros com 290 cv e 35,6 kgfm, enquanto o Hemi V8 de 5,7 litros produz 360 cv e 53,8 kgfm. Os dois usam câmbio automático de oito marchas, mas o sistema de tração pode ser escolhido entre três opções: Quadratrac I, Quadratrac II e  Quadra-Drive II com diferencial traseiro eletrônico. A suspensão em todos os modelos usa molas pneumáticas que se ajustam com cinco níveis de firmeza diferentes.

Por último, sendo um Jeep, ele tem seus ângulos de entrada, transposição e saída otimizados. No modo Offroad 2, que eleva a suspensão à sua altura máxima, o Grand Cherokee L tem ângulo de 30,1 graus de ataque, 23,6 graus de saída e 22,6 graus de transposição.

 

Singer apresenta sua releitura para o 911 Safari

A Singer dispensa apresentações: ela talvez seja a maior fabricante de esportivos baseados no Porsche 911 dos últimos anos — o que é um pouco diferente de customizar os 911. Seus projetos costumam ser Porsche 911 reimaginados em um universo alternativo onde eles são perfeitos em todos os aspectos, a ponto de se tornarem um esportivo um tanto diferente, porém com as formas do 911. A expressão “reimaginado”, aliás, não é minha, mas da Singer.

Pois eles agora reimaginaram o 911 Safari, a clássica versão de rali, com suspensão elevada e equipamentos que capacitam o velho neun elf a seguir em frente quando o asfalto acaba.

O carro foi batizado ACS, sigla para All-Terrain Competition Study, ou “estudo de competição todo-terreno”. Apesar do nome, não se trata de um estudo, mas de uma encomenda feita por um dos clientes da Singer. Este cliente, aliás, não encomendou apenas um, mas dois exemplares — este branco, que é o show car, com mais capacidade off-road, e um  vermelho que aparece em algumas imagens e é voltado para o uso misto.

Considerando a galeria de fotos, contudo, ele tem mesmo jeitão de carro conceito. Aparentemente apenas o monobloco foi mantido original (embora certamente reforçado e reestruturado) e todas as partes móveis da carroceria foram trocadas por componentes redesenhados, que dão ao ACS esse visual retro-moderno — especialmente a cobertura do motor e o capô, que formam uma peça única com os respectivos para-lamas.

Por dentro o ACS tem o típico tratamento da Singer para seus modelos: volante exclusivo, bancos com revestimento personalizado, quadro de instrumentos digital e painéis na cor da carroceria formando o revestimento interno.

Ali há gaiola, bancos e cintos homologados pela FIA, sistema de navegação digital para o co-piloto, freio-de-mão hidráulico com alavanca de fibra de carbono e sistema de hidratação integrado para os dois ocupantes.

O motor continua o mesmo flat-6 de 3,6 litros do carro usado como base para o projeto, um 911 964, porém os turbos foram modificados para produzir 450 cv. Os dois têm tração integral permanente e rodam com rodas forjadas de 16 polegadas e pneus BF Goodrich.

A boa notícia — se você for um cliente potencial da Singer, claro — é que o cliente anônimo permitiu que o “estudo” fosse usado para outros projetos da Singer, o que significa que aqueles que curtiram o carro, poderão comprar um igual ou ao menos baseado neste mesmo projeto.

 

 

Ford traz lote de Bronco Sport para o Brasil

O novo Bronco Sport é um dos modelos que a Ford prepara para sua renovação no Brasil — algo mais do que urgente, já que o Territory não convenceu ninguém, pelo jeito. O modelo deve ser lançado por aqui ainda neste ano, e os primeiros exemplares já chegaram ao Brasil e já estão emplacados.

De acordo com o pessoal da página BF/MS no Instagram, foram trazidos 28 exemplares que foram emplacados em Camaçari/BA, onde a Ford mantém sua única fabrica de carros no Brasil. Os carros, aparentemente, serão usados internamente durante os preparativos do lançamento do modelo — possivelmente para testes de validação, homologação, frota de testes de veículos de mídia e produção de material promocional local.

O Bronco Sport foi trazido na versão Wildtrack, com o motor 2.0 turbo de 245 cv e, como já vimos anteriormente, pretende substituir o Ford Fusion no mercado brasileiro. Os preços, contudo, dificilmente ficarão abaixo dos R$ 230.000, afinal, a Ford oferece o Territory por R$ 197.700 em sua versão de topo.

Nesta faixa o Bronco terá concorrentes importados como ele, porém ele terá a vantagem de ser produzido no México e, por isso, estar isento do imposto de importação. O carro tem potencial para enfrentar rivais como o Tiguan R-Line ou o Volvo XC40, mas a briga contra o Equinox 2.0 e a possível proximidade com o Land Rover Discovery Sport podem atrapalhar o desempenho do modelo — especialmente se a Ford não dispuser de um atendimento diferenciado para o cliente desse carro.

 

Os planos da Chevrolet para o Brasil

Apesar de enxugar sua engenharia no País e declarar há pouquíssimo tempo que pode deixar o Brasil em um futuro próximo, a Chevrolet mudou o discurso e confirmou a retomada dos investimentos locais para renovar sua linha de produtos por aqui.

A fabricante anunciou em 2019 um investimento de R$ 10 bilhões para produzir novos modelos e ampliar a oferta do sistema OnStar e wi-fi nativo nos veículos novos, mas acabou congelando o investimento devido à pandemia. Agora, neste início de 2020 a fabricante anunciou que irá retomar o investimento, embora não tenha dito se o prazo do aporte, inicialmente previsto para durar até 2023, será prorrogado.

Dois dos modelos planejados para o Brasil já foram lançados — o novo Tracker e a família S10 reestilizada. O terceiro modelo será uma picape e um novo crossover, ambos baseados na plataforma GEM, o que significa que a GM terá uma rival para Fiat Toro (e, futuramente, Ford Maverick) e também. Quanto ao crossover, ele será um modelo de sete lugares, que irá substituir a minivan Spin e deverá ser posicionado logo acima da Tracker.

 

Pagani revela ronco do seu novo V12 para o Huayra R

Para finalizar o Zero a 300 de hoje, depois de tantos SUV, crossovers e burocratomóveis, fique com o ronco do novo motor V12 da Pagani, que será usado no Huayra R:

Caso você não saiba (ou não lembre), o V12 biturbo de seis litros do Huayra foi encomendado à Mercedes-AMG, porém o contrato de fornecimento previa apenas 100 unidades — daí a produção limitada a 100 exemplares.

Contudo, para fazer o Huayra R, a Pagani encontrou uma outra forma de motorizar o carro: ela chamou a HWA, que é a segunda encarnação da AMG de Hans Werner Aufrecht (o fundador da AMG e a letra A na sigla). Então os motores são feitos pela AMG, porém modificados e acertados pela HWA, que tem alguma experiência na construção de super-motores para a Mercedes, já que foi ela a responsável pelos CLK GTR nos anos 1990.

O motor será aspirado e terá limite de rotações em 9.500 rpm, velocidade necessária para atingir os aguardados 900 cv deste motor. A Pagani já divulgou um vídeo com o ronco, que lembra muito os antigos V12 de Fórmula 1, porém com rotações mais baixas.

A Pagani não revelou a data de lançamento do carro e do motor, mas certamente acontecerá neste ano de 2021.

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