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Avaliações Zero a 300

Aceleramos o novo Jetta R-Line 250 TSi: irreconhecível é algo bom ou ruim?

Foi em um abril de 2011 que a VW brasileira apresentou um sedã que acidentalmente cumpriu mais que devia. A sexta geração do Jetta tinha o objetivo de roubar uma fatia do mercado dos sempre-dominantes Civic e Corolla com duas armas estranhas àquele segmento até então – entraram em cena assim o downsized EA888 2.0 turbo e seus 200 cv e 28,5 kgfm de torque a 1.700 rpm, e o câmbio de dupla embreagem DSG. Era um carro com performance em reta comparável diretamente ao Civic Si, consumo frugal, dinâmica digna de aplausos, mas com a usabilidade de seus rivais japoneses. Com suas qualidades, o Jetta Highline roubou muitos clientes das versões de entrada do trio de ferro alemão e ainda conquistou o coração de entusiastas de esportivos: era o Golf GTI que não tínhamos à altura – com um porta-malas generoso! Ser o queridinho dos entusiastas e ser alguém a enfrentar as versões mais baratas dos alemães são missões que não estavam em seu briefing. Mas foi o que aconteceu. Sete an

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