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As nove marchas do Range Rover Evoque 2014

Na década de 1960, os compradores de muscle cars nos EUA podiam escolher nas concessionárias entre várias relações de diferencial. Era uma forma de se deixar a transmissão com relações mais longas (boa para estrada, mais conforto e menos consumo) ou mais curtas (para pegas de semáforo), já que a caixa de câmbio se limitava a oferecer três ou quatro marchas. Outra forma, muito usada por carros automáticos de quatro marchas até hoje (como o Hyundai HB20), é o escalonamento wide: assim, as primeiras marchas são curtas e as últimas longas - por outro lado, isso forma enormes degraus entre as marchas, resultando em quedas de 1.500 rpm (ou mais) nas trocas. É um pouco desconfortável e piora o rendimento, pois força o motor a sair de sua faixa ótima em muitas ocasiões. Já faz alguns anos que tradicionalíssima alemã ZF Getriebe GmbH vêm investindo nas transmissões multimarchas. Quase todos os BMW, Audi, Jaguar e Land Rover usam a caixa automática 8HP, de oito marchas, do Amarok ao 118i.

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