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Audi TT Coupé no Brasil: aceleramos o pequeno rojão nas montanhas [update!]

Esta avaliação foi atualizada com as impressões dinâmicas colhidas na Estrada dos Romeiros: desça para o subtítulo "Afiado e imediato, mas confortável" No fim dos anos 90, mais precisamente em setembro de 1998, surgiu um daqueles carros que atravessam as barreiras das categorias como se estas fossem feitas de açúcar. Com oito centímetros a menos de entre-eixos que o A3, com o qual ele compartilhava a plataforma, teto de cupê, soldas a laser e design assustadoramente parecido com o conceito apresentado três anos antes – vale lembrar, naquela época os automóveis-conceito eram abstrações quase sem relação com a linha de produção – o Audi TT veio ao mundo praticamente criando uma categoria própria para si. Uma espécie de Scirocco sem filtros, levado ao extremo, que acabou criando uma tendência, seguido por modelos como o Peugeot RCZ e o Mini Coupé – que nunca tiveram o mesmo sucesso. Mk1 (8N, 1998 - 2006) e mk2 (8J, 2006 - 2014): teto é a assinatura de estilo A t

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