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História

Captive Imports: dez importados fantasiados de nacional


Como o Leo contou tão bem ontem, a década de 1970 começou como uma tempestade perfeita para a indústria americana de automóveis. Até ali, era a maior e mais pujante do mundo, com domínio total de seu enorme mercado interno, exportações saudáveis, e toda a arrogância que 50 anos de sucesso trazem para qualquer um. Importados, nos EUA, até ali, eram no máximo um pequeno incômodo; os fabricantes americanos tinham um desprezo total por esses carros e países “inferiores”. Mas tudo mudou muito rápido. Some o aumento das regras referentes à emissão de poluentes, com uma crise brava de abastecimento de petróleo, e o início de uma legislação de segurança passiva (crash-tests), e se tem uma tempestade perfeita que atingiu em cheio os americanos. Logo, o limite de velocidade de 55mph (88,5 km/h) aparecia, a gasolina de alta octanagem desaparecia, e carros grandes com alto consumo e desempenho ficavam demodée. Junte a isso o aumento do preço de seguro para os carros de alta performance