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Car Culture História

Cayenne: a história do SUV que salvou a Porsche da falência


Não adianta: esportivos não dão lucro. Ou pelo menos, não lucro suficiente para pagar os caríssimos ciclos de desenvolvimento atuais. Sim, eles custam caro para comprar, mas isso não quer dizer que as fabricantes ganham rios de dinheiro com eles. Ok, a Mazda faz dinheiro vendendo Miata em grande quantidade, e a Bugatti vendendo poucos carros por preço na casa dos milhões. São exceções que comprovam a regra. O fato é que hoje, o lucro está em carros de grande volume que são fabricados há muito tempo e já "se pagaram", em carros de plataformas compartilhadas que vendem em quantidades gigantes, ou em carros mais sofisticados, com valor agregado maior. Esportivos são importantes para a imagem das marcas, fazem com que elas não sejam esquecidas pelos entusiastas e ajudam a sustentar seu legado. Nada de novo sob o sol, na verdade. E nenhuma fabricante está imune a esse efeito. Nem mesmo a Porsche, que hoje está deitada em berço de ouro sob o guarda-chuva da Volkswagen – e dona de um por