Na busca incessante pela relação perfeita entre leveza e resistência, a indústria automotiva chegou à fibra de carbono. Na década de 1980, a fibra de carbono era restrita aos supercarros (a Pagani, por exemplo, só existe por causa da fibra de carbono) mas, à medida em que seu custo diminuía, o compósito foi sendo adotado por fabricantes de modelos mais comuns. Hoje, é possível comprar um Mustang ou um Ford GT com rodas de fibra de carbono, por exemplo – não precisa ser um Koenigsegg. E agora, outro passo importante foi dado para tornar o material mais barato e, consequentemente, mais popular.
O lance com a fibra de carbono é que, uma vez utilizada, ela é bem difícil de reciclar. Quer dizer, era: pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Georgia (Gatech) nos EUA, descobriram uma nova maneira de reaproveitar o material – e é surpreendentemente simples.
A dificuldade com a reciclagem da fibra de carbono tem a ver com o modo como ela é construída. As fibras trançadas são unidas