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História Zero a 300

Como o Bugatti EB110 deixou de ser um cover do Lamborghini Diablo (sim, isso quase aconteceu)

Hoje em dia a Bugatti é conhecida por não medir esforços, recursos financeiros e engenharia na hora de criar seus hiperesportivos. Sob o guarda-chuva da Volkswagen, a marca agora tem peito para fazer um hipercarro limitado a 500 unidades com motor quadriturbo de 1.500 cv e ter certeza de que vai vender todos eles com fila de espera. A sede da marca, em Molsheim, na França, é um paraíso de design, tecnologia e luxo – uma verdadeira fábrica de sonhos, com tratamento VIP aos clientes e infra-estrutura de ponta. As coisas eram menos glamourosas nos início dos anos 1990, porém. A Bugatti estava começando a se reerguer com o empresário italiano Romano Artioli no comando, mudando o foco dos carros de alto luxo para os superesportivos, e ainda não havia encontrado seu nicho – a ideia era rivalizar com Lamborghini e Ferrari mais diretamente do que hoje em dia. E o resultado foi o Bugatti EB110, batizado em homenagem ao 110º aniversário do fundador da companhia original, Ettore Bugatti, nascido

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