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Car Culture

Explicando a inexplicável admiração pelos tijolos Volvo

"Compramos um Volvo", ela me falou depois de desligar o telefone com o irmão. "Como assim 'compramos um Volvo'?", pensei? "Chega na quinta-feira e precisamos pagar metade do transporte", ela completou. Foi assim que descobri que me tornei sócio igualitário de um Volvo 960 1995. Sim: eu "descobri" que comprei um Volvo. A história é rápida: meu cunhado Guilherme tem um motor Volvo 3.0 guardado em uma robusta caixa de madeira há uns 15 anos. Neste ano ele decidiu que deveríamos ter um carro para curtir. Ele, eu e toda a família. Originalmente este motor estava planejado para um Puma GTB S1, mas o tempo passou e os Puma GTB S1 ficaram caros demais para serem maculados por um seis-em-linha sueco com 24 válvulas. O tempo passou e até mesmo os Opala dos anos 1970 (a segunda opção) ficaram caros demais para isso. Quando decidimos fazer um projeto familiar, há cerca de três meses, perguntei qual seria o carro ideal para este motor e decidimos que seria uma Caravan da fase 1980-1986. Carro de

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