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Fiat Bravo T-Jet 2016: o sabor e os vícios da velha guarda

Quando o Bravo foi lançado, em novembro 2010, o segmento de hatches médios contava outra história: a da dominação do Hyundai i30, que havia chegado há pouco mais de um ano e encontrou oponentes cansados de luta, como o Astra, o Golf de quarta geração, o Peugeot 307 e o Focus – justiça seja feita, a segunda geração do Focus tinha dois anos. O Fiat, apesar de ter levado três anos para chegar ao Brasil, trouxe todo o frescor de novidade ao segmento, ainda mais com a versão T-Jet, turbinada e com câmbio de seis marchas. Naquela época, o conceito do downsizing era apenas um embrião e câmbio de dupla embreagem era coisa de carro realmente caro. De lá pra cá, foram apenas pouco mais de quatro anos. Mas todos os contenedores mudaram: chegaram o Cruze, as novas gerações do Golf, do Focus e do i30, o Peugeot 308. Downsizing, metais de ultra-alta resistência, câmbio de dupla embreagem, blocos de alumínio, comandos variáveis, injeção direta, controle de estabilidade – algumas das carta

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