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Zero a 300

Fiat Pulse tem interior revelado em fotos oficiais, o novo McLaren 765LT Spider, Honda City pode ganhar novo motor 1.5 aspirado e mais


Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco!

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Fiat Pulse tem interior revelado com inspiração no Jeep Compass e painel da Toro

A Fiat segue revelando aos poucos mais detalhes sobre o Pulse, seu primeiro SUV no Brasil. Agora, é a vez de conhecer o interior do modelo.

O painel do SUV faz o possível para afastar-se do Argo. Dá para notar que a arquitetura é a mesma (ou muito parecida), mas o formato retangular das saídas de ar e os novos comandos do ar-condicionado dão conta de criar uma identidade visual mais limpa e sofisticada.

A disposição e o design dos elementos, como as saídas de ar centrais e a barra cromada na parte superior, trazem certa semelhança com o Jeep Compass – assim como o volante, que é muito parecida com a peça que foi adotada em 2022 pelo crossover.

O quadro de instrumentos é digital – o mesmo da Fiat Toro, com uma tela colorida de 7” e mostradores configuráveis. A central multimídia de 10,1” é instalada na horizontal, mas traz o mesmo sistema Uconnect usado pela Toro, e terá conexão sem fio com Apple CarPlay e Android Auto – além de oferecer conexão Wi-Fi 4G nas versões mais caras. Além disso, o Pulse também trará o sistema ConnectMe, pelo qual se pode controlar certas funções do carro – incluindo dar a partida no motor e travar as portas remotamente – usando um app no celular.

Relembrando: o Fiat Pulse será equipado com o motor 1.3 Firefly aspirado de 109 cv e 14,3 kgfm; e com o novo 1.0 turbo GSE, três-cilindros que deve entregar por volta de 120 xc e 20 kgfm. O primeiro terá câmbio manual de cinco marchas ou CVT (inédito na Fiat), e o segundo usará exclusivamente um câmbio automático de seis marchas. As vendas estão previstas para ter início entre setembro e outubro, com a possibilidade de um período de pré-venda pouco antes.

 

McLaren revela novo 765LT Spider

A McLaren apresentou hoje (27) o novo 765LT Spider. Não é preciso ser um gênio para sacar que se trata da versão conversível do 765LT, e a McLaren garante que é também o conversível mais rápido já feito em toda a história da empresa.

O 765LT vem para ajudar representar o topo da linha Super Series – agora, com uma opção a céu aberto. O 765LT é o último degrau antes da Ultimate Series, da qual fazem parte o Speedtail e o Senna (e também fizeram parte o P1 e, retroativamente, o F1). Da mesma forma que o 765LT cupê, o Spider é movido pelo V8 biturbo de quatro litros construído pela Ricardo, com 765 cv a 7.500 rpm e 81,6 kgfm de torque a 5.500 rpm. O câmbio de dupla embreagem também é o mesmo do cupê.

A McLaren diz que o conjunto é suficiente para que o 765LT Spider vá de zero a 100 km/h em 2,8 segundos, de zero a 200 km/h em 7,2 segundos, e continue acelerando até os 330 km/h. Apenas o tempo de zero a 200 km/h é ligeiramente pior que o da versão fechada, que faz o mesmo em sete segundos cravados.

Contudo, a McLaren afirma que a aceleração é apenas parte da história – o grande feito do 765LT Spider é ter a mesma dinâmica nas curvas. Isto é possível graças a um monocoque de fibra de carbono exclusivo para o conversível, que conserva exatamente a mesma rigidez sem acréscimo significativo no peso. E a estrutura do 765LT Spider ainda conta com proteção extra para o caso de capotamento.

O teto removível é rígido, de fibra de carbono, e funciona independentemente do vigia traseiro, permitindo até que se baixe o vidro sem remover a capota – algo que a McLaren diz tornar a direção mais envolvente e visceral. As modificações tornam o 765LT apenas 50 kg mais pesado que o cupê – ele tem 1.388 kg, sendo 80 kg mais leve que o 720S Spider.

Assim como a versão fechada, o 765LT Spider tem o sistema de suspensão Proactive Control, com um sistema hidráulico que conecta os amortecedores dos dois lados do carro e dispensa barras estabilizadoras físicas. De diferente ele tem as rodas de 19 polegadas na frente e 20 polegadas atrás, com desenho exclusivo.

A McLaren diz que já estão abertas encomendas para o 765LT, que parte de £310.500 (R$ 2,2 milhões em conversão direta, julho de 2021) mas dificilmente será vendido sem algum tipo de customização. Só que as entregas começam apenas em 2022.

 

Novo Honda City deverá ganhar motor 1.5 mais potente para herdar clientes do Civic no Brasil

Tudo indica que a Honda prepara uma renovação grande em sua linha brasileira para os próximos meses, a começar com a chegada do novo Honda City – que, pela primeira vez, será vendido também como hatchback. O carro é esperado para dezembro, e já é dado como certo que ele substituirá o Honda Fit em nosso mercado.

Hoje, porém, vamos falar do sedã. Isso porque os colegas da Quatro Rodas conseguiram novas informações a seu respeito – e uma delas diz que o novo City estreará no Brasil um motor 1.5 aspirado mais potente que o novo 1.0 turbo.

O motor de três-cilindros é empregado no City tailandês, e dispõe de 122 cv. Por aqui, porém, a Honda deverá usar outro motor 1.5 aspirado, com injeção direta de combustível, comando duplo no cabeçote e tuchos hidráulicos. É o mesmo motor usado pelo Honda Fit na Europa (onde o monovolume é vendido como Honda Jazz), capaz de render 130 cv e 15,8 kgfm de torque com gasolina. Ao se tornar flex, o quatro-cilindros deve ganhar alguns cv extras. Em comparação, o 1.5 atual – que tem injeção multiponto, comando simples e tuchos mecânicos – produz 116 cv e 15,3 kgfm.

É impossível não lembrar da situação que ocorreu com a Peugeot recentemente – leia-se, a adoção do motor 1.6 16v aspirado no novo 208, em detrimento de um motor turbo mais moderno. A recepção do público foi menos que ideal, e a Honda corre o risco de receber as mesmas reações. Por outro lado, o novo City é um carro maior e mais sofisticado que o atual, mais próximo do Civic em estilo e porte, e a Honda acredita que ele poderá até atrair o público alvo das versões mais baratas do Civic.

Isto é importante porque, de acordo com o site Mobiauto, são grandes as chances de o Civic sobreviver em nosso mercado como importado – e mais, com uma inédita versão híbrida que ainda nem deu as caras nos Estados Unidos. Ele será baseado na próxima geração do Honda Insight, o híbrido baseado no Civic que é produzido no México e vendido nos EUA.

 

Lamborghini pode manter V12 aspirado puro em modelos de pista

A Lamborghini já assumiu que o Aventador Ultimae foi seu último modelo com motor V12 aspirado puro – sem qualquer tipo de ajuda híbrida. E também que o sucessor do flagship vai abraçar a eletrificação para manter-se vivo em tempos de leis cada vez mais rígidas para emissão de poluentes.

Contudo, pode não ser o fim da linha para os motores atmosféricos 100% a combustão. Isso porque, embora os carros de rua precisem adotar a tecnologia híbrida, isso não vale para especiais de pista. Portanto, no curso das coisas, aqueles que realmente fizerem questão da experiência visceral e sem filtros de um V12 aspirado talvez possam contar com a Lamborghini.

O CEO Stephan Winkelmann não descartou a possibilidade durante uma entrevista com os britânicos da Autocar. “Vamos ver o que aparece. A gente faz carros assim [especiais de pista com V12 aspirado] de vez em quando. Temos muito o que fazer, então temos que ficar focados.”

O último track special da Lamborghini foi o Essenza SCV12, obviamente baseado no Aventador porem distinto o bastante para parecer outro carro. Ele conta com uma versão de nada menos que 850 cv do motor V12 aspirado – sem qualquer assistência elétrica. E, se tudo correr bem, não será o último a se valer dessa fórmula.

 

Jeep Grand Cherokee L é flagrado no Brasil

O Jeep Commander será o primeiro sete-lugares da marca no Brasil, mas não será o único: a Jeep também vai lançar por aqui o Grand Cherokee L, versão com terceira fileira de assentos do Grand Cherokee.

O carro foi flagrado pelo jornalista Raimundo Couto, que publicou as imagens no Instagram. O carro aparece completamente sem disfarce e com a placa verde – o que leva a crer que a Jeep pode estar pensando em antecipar a chegada do Grand Cherokee L por aqui. Originalmente, a fabricante já havia confirmado sua chegada para 2022.

 

O Grand Cherokee L teve sua quinta geração apresentada lá fora em janeiro deste ano. O carro ganhou visual mais elegante, com faróis mais finos e lanternas horizontais de LED em forma de lâmina. Elementos tradicionais dos Jeep, claro, continuam – como a grade com sete fendas e as caixas de roda com formato trapezoidal.

O Grand Cherokee L é enorme, com 5,20 m de comprimento, 3,09 m de entre-eixos e 1,96 m de largura – cerca de 50 cm mais longo que o Commander, para se ter ideia. O motor usado deverá ser o V6 aspirado de 3,6 litros, capaz de entregar 294 cv e 35,5 kgfm de torque – há, ainda, a opção pelo V8 Hemi de 5,7 litros e 362 cv nos EUA, mas sua chegada é incerta. Em ambos os casos o câmbio é automático de oito marchas com tração 4×4 com seletor de terrenos.

Quando for lançado no Brasil, o Grand Cherokee L deve custar mais que os R$ 496.900 pedidos pela geração atual do Grand Cherokee – superando com folga os R$ 500.000.

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