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FlatOut!
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Car Culture FlatOut em Nürburgring

FlatOut no Nürburgring Nordschleife: o começo da jornada!

Onze e meia da manhã, meu relógio de pulso indica. Mas onde estou, passa das quatro da tarde de uma gelada tarde de outono. Após 9.850 km no ar, doze horas ao lado de um bebê chorão a bordo de um Boeing 777, dois filmes péssimos, centenas de leituras mentais de 72 curvas num mapa cheio de rabiscos, 161 km de rodovias e de congestionamentos e de quase passar a noite no hotel sem jantar, estou a minutos de embarcar na maior jornada da minha vida. Passada uma década de sonhos e um ano de planejamento, é chegada a hora de acelerar no Nürburgring Nordschleife. Neste instante, nada parece real. Nada de Oktoberfest, de museus em Stuttgart ou de passeios na minha amada Berlim. Não desta vez. Estou na Alemanha com o único propósito de me alocar em Nürburg e viver o inferno verde o máximo possível durante dez dias. Nordschleife sempre foi o meu maior sonho automobilístico – muito mais do que pilotar qualquer tipo de carro –, nascido há quase duas décadas, quando comecei a pesquisar

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