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Automobilismo História Zero a 300

Fumaça azul e giro alto: os esportivos e carros de corrida com motor dois-tempos

No papo de ontem sobre a tentativa da KTM em modernizar os motores dois-tempos, foi inevitável lembrar da fragrância do "Eau du Deux Temps" da Castrol e da fumaça azulada resultante de sua combustão. Muitos leitores também lembraram de suas companheiras de duas rodas do passado, quase sempre as Yamaha RD, que foram os modelos mais famosos com esses motores no Brasil. Pouca gente, contudo, tem memórias afetivas com os carros com motores dois-tempos. Um bom motivo para isso é que eles deixaram de ser fabricados no Brasil há exatos 50 anos, depois que a Volkswagen comprou a DKW e encerrou a produção dos Belcar, Vemaguet e Fissore. Outro bom motivo é que com exceção dos Romi Isetta e dos raros Puma DKW, estes foram os únicos carros dois-tempos vendidos no Brasil. A baixa popularidade dos dois-tempos no Brasil se deveu muito mais às circunstâncias locais do que às qualidades mecânicas destes motores. Primeiro porque os modelos DKW e o Isetta eram produzidos sob licença por montadoras loc

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