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Honda Civic Si Coupé, Mini Cooper S, Suzuki Swift Sport, Citroën DS3 e Fiat 500 Abarth: diversão a rodo na Estrada dos Romeiros!


A vida dos compactos esportivos nunca foi fácil no Brasil. Enquanto Inglaterra, França e Japão sempre se esbaldaram com os foguetes de bolso, a indústria brasileira seguia viciada no jogo seguro, baseada em planilhas de Excel, muita lâmpada fluorescente e ar-condicionado e pouquíssimo out there. O resultado é que, salvo heróis isolados (como os Gol GT/GTi, os turbinados da Fiat e o Civic Si sedã), o brasileiro era obrigado a engolir adesivos, adereços aerodinâmicos falsos, siglas históricas usadas de forma inapropriada, nenhuma pimenta sob o capô e milhões gastos em publicidade em vez de Pesquisa & Desenvolvimento. Muitos destes carros viraram piadas de escritório, fóruns e botecos, resultando no efeito oposto que um esportivo de verdade faz à marca num aspecto mais macro. A real é que esportivos nunca deram lucro aos fabricantes: sempre foram um exercício de branding e de P&D, vitrines de desempenho, o aspiracional que promove não apenas o modelo de entrada (Honda Civic, Su