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Zero a 300

Honda confirma Civic Type R no Brasil | o novo BMW M2 | uma visita ao museu da Mazda e mais!


Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Honda Civic Type R confirmado para o Brasil

Quem disse que só temos más notícias no mercado brasileiro? A confirmação do GR Corolla para nosso mercado parece ter acordado a Honda: a subsidiária brasileira da marca japonesa confirmou que, a partir de 2023, o Honda Civic Type R de nova geração também será oferecido por aqui.

Um notícia sensacional, claro: apesar do preço inevitavelmente alto e o volume baixo, o Type R existirá por aqui. Não só um, mas dois hatch esportivos japoneses de primeira linha a venda em nosso país. Muito bom!

O carro ainda não foi mostrado oficialmente nem lá fora; o que existem são fotos dele camuflado divulgadas pela Honda, e a notícia de que superou o tempo do carro anterior no autódromo de Suzuka. A volta em 2 minutos e 23,12 segundos, é também o recorde para carros de tração dianteira. Durante esta volta, chegou a atingir 231 km/h.

Muito provavelmente, o novo Type R terá câmbio manual e motor 2.0 turbo de quatro cilindros, com algo a mais que os 320 cv da geração anterior.  Está se configurando uma briga de esportivos japoneses poucas vezes vistas por aqui. Toyota GR vs Honda Type R! Mal podemos esperar. (MAO)

 

BMW começa a mostrar o novo M2 – que será mexicano

Agora que a Série 2 virou um sedã-cupê de quatro portas, o futuro do M2 e da Série 2 cupê raiz ficou em dúvida por algum tempo. Já faz ao menos dois anos que isso foi discutido publicamente e nós até apostamos que o M2 seria, na prática, o sucessor espiritual do M3 como já vinha acontecendo com o 1M e o M2 anterior. Agora, nesta nova geração, isso será mais verdadeiro do que nunca.

Isso, porque ele irá manter a plataforma de tração traseira, como seus antecessores, o que significa que ele irá compartilhar a arquitetura CLAR com a Série 3. E isso permitirá que ele use os motores longitudinais que se espera ver em um M-car. No caso, o motor será o S58 seis-em-linha biturbo que já é usado nos modelos M da Série 3 e Série 4 e seus respectivos crossovers. Ele também terá itens de suspensão e freios do M3/M4, mas ainda não se sabe o quanto será cedido pelos irmãos maiores para ele. Também não sabemos qual será a calibragem do motor S58, afinal, ele não pode ter os mesmos 480 cv do M3 de entrada. Os rumores vindos da Europa falam em 450 cv no M2 e 490 cv no M2 Competition, o que o coloca muito, muito perto do M4 Competition.

E isso será um problema por dois motivos: o primeiro é que ele compartilha a arquitetura com o M3. Então a menos que sua dinâmica seja amarrada, ele tem potencial para ser um carro melhor que o M3 de entrada. Depois, um motivo que pode apontar o futuro do modelo no mercado brasileiro: ele será produzido em San Luis Potosí, no México. Carros mexicanos são isentos do imposto de importação no mercado brasileiro, o que significa que ele poderá custar muito menos que o M4 no Brasil — a menos que a BMW decida aproveitar a isenção do imposto para aumentar sua margem, o que não faz muito sentido em um mercado concorrido como este.

O que podemos dizer, por ora, é que o carro é promissor. Certezas mesmo, teremos só quando ele for apresentado oficialmente, no fim deste ano. (Leo Contesini)

 

Faça uma visita virtual pelo novo museu da Mazda

A Mazda é uma prova concreta do que acontece quando você deixa as planilhas de lado por um momento para fazer o que é preciso para se destacar na multidão, para ser visto de um jeito diferente dos seus concorrentes.

Veja só: ela apostou por quase 40 anos em motores Wankel, e só desistiu deles por causa de algumas canetas poderosas. O negócio funcionou tão bem que eles se tornaram a primeira equipe japonesa a vencer a 24 Horas de Le Mans, escrevendo um novo capítulo da história de La Sarthe. Seus protótipos daquela era, o 767 e o 787 (nome de avião, não?), são dois dos carros mais icônicos da história do automobilismo, admirados até hoje.

Depois, em 1989, eles ousaram ao recriar um carro que parecia relegado às páginas passadas: o MX-5 Miata trouxe para o futuro o clássico roadster dos anos 1940 e 1950: leve, ágil, barato e muito, muito divertido. Deu tão certo que já são 33 anos de estrada, direto, sem parar. E ainda fez todo mundo criar o seu — BMW, Fiat, Mercedes, Audi, Porsche… até a Volkswagen cogitou um desses.

Isso foi suficiente para que a Mazda se tornasse uma das marcas mais admiradas em todo o planeta. Não há muitos carros memoráveis fora seus esportivos. Ela chegou até mesmo a vender Fiestas rebatizados no Japão, e seus sedãs e crossovers nunca foram mais populares que Civic e Corolla, mas bastou uma linhagem de esportivos rotativos e um roadster perfeito para consolidá-la como uma marca admirável.

Tanto que ela tem seu próprio museu, que fica em Hiroshima, no Japão, e foi renovado recentemente e será reaberto ao público no próximo dia 23 de maio. Contudo, para quem não pode ir até o Japão ou não quer esperar até 23 de maio, é possível fazer uma visita virtual.

O acervo continua o mesmo, mas a arquitetura do local é que foi atualizada para manter-se de acordo com as tendências estéticas do momento e do futuro próximo, algo necessário para um equipamento corporativo como um museu de marca. No total são 10 setores, que contam desde a origem da Mazda até a visão da marca para o futuro e incluem uma passagem pela linha de produção. Para viajar virtualmente pelo museu basta acessar este link ou então caminhar pelo antigo espaço usando o Google Street View. (Leo Contesini)

 

Chevrolet Joy será produzido na Colômbia

O Chevrolet Joy, antigo Onix, junto coma Spin e o Cobalt a última série de carros projetados sob a responsabilidade da GM do Brasil. A Spin continua a venda aqui no Brasil, encontrando seu nicho de carro relativamente barato com sete lugares, mas o Joy, com o Proconve 7, parou de ser vendido aqui no Brasil.

Mas as notícias da morte deste carro projetado por brasileiros parece que foram exageradas. A General Motors anunciou um investimento de US$ 50 milhões para modernizar sua linha de montagem na Colômbia, e produzir lá as versões Joy e Joy Plus do antigo Onix. Os carros hoje são importados do Brasil.

Os Chevrolet Joy e Joy Plus (o Prisma) colombianos começarão a ser produzidos em 2023, com o objetivo de atingir uma produção anual de 35.000 unidades, 30% disso para o mercado local, e 70% para exportação. Os mercados de exportação são o Equador, Peru e Argentina. Os Joy continuam por enquanto sendo produzidos em São Caetano do Sul, até a fábrica colombiana assumir.

A mudança faz parte de uma reorganização das linhas de produção para a chegada da nova Montana, reorganização esta que inclusive conta com a produção da Tracker na Argentina para o mercado local. (MAO)

O Mazda rotativo vai voltar. Mas não do jeito que se esperava

A Mazda confirmou que finalmente vai trazer de volta o motor rotativo Wankel para produção seriada. Mas os entusiastas do pequeno e mega-girador motor não devem ficar muito animados: a aplicação é bem diferente da que conhecemos nos esportivos como o RX7. Pelo menos, é um recomeço.

O motor aparecerá como um “ampliador de autonomia” no pequeno SUV-crossover-cupê com portas “suicida”-híbrido-plug-in chamado MX-30 PHEV, que será lançado na segunda metade do atual ano fiscal da Mazda. Traduzindo: depois de 31 de março de 2023.

De acordo com o Automotive News, o motor rotativo não será ligado às rodas. Servirá somente para recarregar as baterias, e a tração do carro será puramente elétrica. A Mazda só oferece o MX-30 nos EUA como um veículo totalmente elétrico, embora a plataforma possa acomodar uma variedade de motores. O motor servirá para aumentar a autonomia do carro, hoje limitado a 160 km, o que tem contribuído para baixas vendas.

Uma decepção o rotativo voltar assim? Claro. Mas a volta às linhas de produção é uma boa notícia, que abre um leque de possibilidades. Vamos esperar para saber mais detalhes deste novo motor, assim que a Mazda os divulgar. (MAO)

 


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