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Zero a 300

O novo Jetta GLI 2023 | menos impostos na gasolina | o BMW M Hommage e mais!


Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Aceleramos o Jetta GLI 2023 no Circuito Panamericano

A Volkswagen lançou nesta semana a linha 2023 do Jetta GLI, que teve suas vendas interrompidas temporariamente no final do ano passado enquanto a marca se preparava para trazer o novo ano-modelo do sedã esportivo. Como vimos na época de seu lançamento, o Jetta GLI, na prática, substituiu o Golf GTI no Brasil, ocupando o posto de esportivo médio da Volkswagen, acima do Polo/Virtus GTS.

O Jetta GLI 2023 chega por R$ 217.000 com retoques visuais e uma nova calibragem do motor que lhe rendeu 1 cv a mais, chegando agora aos 231 cv, e com um novo câmbio de embreagem dupla que passa a ter sete marchas em vez de seis.

Jetta GLI

Como o novo conjunto mudou o Jetta GLI 2023? Ele ainda é um esportivo interessante nesta faixa de preço? O Juliano Barata foi até o Circuito Panamericano acelerar o carro e trazer estas respostas para a gente. Confira no vídeo acima o que ele achou do carro e como o Jetta GLI 2023 se saiu na avaliação.

 

Cinco países querem adiar o prazo para o fim dos motores de combustão interna

Finja surpresa: cinco países-membros da União Europeia solicitaram o adiamento do prazo para o encerramento dos motores de combustão interna na Europa.

Bulgária, Portugal, Itália, Romênia e Eslováquia querem que a União Europeia modifique seus planos para permitir que em 2035 os países ainda tenham uma redução de 90% dos níveis de emissões em relação a 1990, e que os 100% de redução — ou seja, o banimento dos motores de combustão — aconteça somente em 2040, um adiamento de cinco anos, portanto.

O pedido também sugere que os veículos comerciais sejam tratados com ainda mais tolerância — em vez de reduções de emissões em 90% de 2035 em diante, eles solicitam que essa marca seja alterada para 80%, porém mantendo a meta de 100% em 2040.

O motivo do pedido é que, para estes cinco países, é “necessário estabelecer um período de transição mais adequado à realidade de cada estado-membro”. Além disso, segundo a declaração de uma autoridade búlgara não-identificada à agência Reuters, as políticas climáticas precisam considerar as diferentes situações financeiras de cada estado-membro da União Europeia e de suas respectivas populações.

Sim, é isso o que você entendeu: na prática, estes cinco países, que têm renda inferior a outros países como Bélgica, Alemanha, Holanda e os países nórdicos, estão dizendo que nem eles nem suas populações têm dinheiro para adotar uma frota 100% elétrica em um prazo tão curto.

Além disso, a decisão vem sendo tratada de forma mais lenta do que deveria — e isso é uma opinião do FlatOut — para um assunto tão urgente, considerando o prazo tão curto, de apenas 12 anos, na prática. Isso, porque a proposta de banimento dos veículos de combustão interna foi proposto em 2021, mas só foi votado há algumas semanas e somente no fim deste ano que os países devem estabelecer uma legislação para tirá-lo do papel.

Essa demora traz a infame “insegurança jurídica”. Ou seja: as fabricantes não têm certeza do que vai acontecer. Existe a proposta, existe a intenção e a inclinação a torná-la efetiva, porém não existe a oficialização disso. Então o fabricante precisa, na prática, fazer uma aposta. E ainda que a probabilidade seja claramente maior para o banimento, uma revisão dos termos como esta solicitada pelos cinco países pode mudar as regras do jogo drasticamente.

Além disso, quanto mais tempo essa oficialização demorar, mais próximo do ano 2050 os carros de combustão interna irão permanecer. Atualmente a vida útil de um automóvel é de 15 anos, em média. Ou seja: qualquer carro a gasolina ou diesel vendido após 2035 será usado além de 2050 — o ano-limite para evitarmos uma catástrofe climática, segundo os cientistas.

Por último, é importante lembrar que os cinco estados não são os únicos que estão questionando esta decisão. O ministro das finanças da Alemanha também a questionou recentemente, assim como parte da população europeia. Além disso, mesmo as fabricantes que se declaram favoráveis ao fim dos motores de combustão interna, na prática, pressionam políticos para rejeitar a meta do banimento, conforme apuração da agência Reuters. (Leo Contesini)

 

São Paulo reduz ICMS dos combustíveis, preço da gasolina pode cair até R$ 0,50

Parece que as medidas de incentivos aos estados que reduzirem o ICMS começaram a fazer efeito. Nesta segunda-feira (27), o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, anunciou a redução do ICMS sobre a gasolina. A alíquota que era de 25% (sim, 1/4 do valor do litro ficava com o governo) passa a ser de 18%.

Com isso, espera-se que o preço médio do litro da gasolina caia para menos de R$ 6,50, uma vez que o valor médio (que é usado como base de cálculo do imposto) atual é de R$ 6,97, então o valor do ICMS por litro cai de R$ 1,74 para R$ 1,25, uma redução de R$ 0,49.

A redução, claro, não é obrigatória para os postos, uma vez que a obrigatoriedade fere a liberdade econômica garantida constitucionalmente. Porém o governador pretende usar o Procon como instrumento de pressão para redução dos preços nas bombas por meio da divulgação dos valores médios em todo o estado, de forma que o consumidor possa verificar se houve redução ou não.

Além dos preços da gasolina, a redução do ICMS também irá impactar diretamente os preços do etanol, querosene de aviação, energia elétrica e serviços de comunicação. Esperamos que sim. (Leo Contesini)

 

Conheça o Subaru Forester STI Sport

Então o WRX STi está morto. A submarca STi, porém, acaba de ganhar uma sobrevida, e com ela o ímpeto de alta velocidade da marca das plêiades. Foi lançado no Japão o Subaru Forester STI Sport.

A principal mudança mecânica para esta edição do Forester são os amortecedores ajustados pela STi, o braço de competição e desempenho da marca. Ele também recebe um conjunto de rodas de 18 polegadas com acabamento cinza escuro e pneus 225/55.

O exterior alterado tem detalhes em preto para os contornos dos faróis de neblina, acabamento do para-choque e soleiras laterais. Há emblemas STI na grade e na tampa traseira. No interior, esta edição ganha estofamento bicolor com couro Napa em Preto e Vermelho Bourdeaux. Um emblema STI está no encosto de cabeça do assento. Há também costura contrastante vermelha em toda a cabine. Os instrumentos incluem a marca STI no tacômetro e detalhes em vermelho para ambos os medidores.

O Forester STI Sport vem exclusivamente com um boxer de quatro cilindros turbo de 1,8 litro, produzindo 175 cv e 30 mkgf de torque. A única caixa de câmbio disponível é uma CVT, e a tração é nas quatro rodas. Um pouco decepcionante, claro; a esperança era uma potência mais STizística de pelo menos 300 cv. Não se pode ganhar todas, mas é, pelo menos, um recomeço.

Lembrando que a Subaru eliminou o WRX STI por causa das rápidas mudanças nos legislações de emissão, dizendo que talvez voltasse eletrificado. Já o Forester STI Sport, estará à venda no Japão no final deste verão, e os preços ainda não foram divulgados. (MAO)

 

Uma carona no Pagani Huayra Codalunga em Goodwood

O novo Codalundga, a nova versão especial do Pagani Huayra, foi mostrado ao vivo pela primeira vez este fim de semana no Goodwood Festival of Speed.

“Codalunga” significa cauda longa em italiano. O carro basicamente é uma carroceria diferente, 360 mm mais longa. O desenho evoca carros de corrida dos anos 1960. No interior, há controles reprojetados em comparação com outras variantes do Huayra.

O Pagani Huayra Codalunga usa um V12 biturbo de 6,0 litros montado em posição central-traseira, com 840 cv e 110 mkgf.  Cada um vem com um par de tubos de escape que os compradores podem instalar: uma configuração alta e reta ou um layout mais silencioso e restrito. Pesa apenas 1.290 kg.

A Pagani está fazendo apenas cinco exemplares da Codalunga por 7 milhões de euros (R$ 38.780.000) cada. Todos eles já foram vendidos. A empresa também está trabalhando em seu sucessor Huayra, que atende pelo codinome C10, que estreia em 12 de setembro. (MAO)

 

Veja o primeiro teaser do M Hommage

Sabemos que pelo menos mais um novo BMW M será lançado este ano. A BMW disse isso durante o Goodwood Festival of Speed na semana passada, e agora o chefe da BMW M, Franciscus van Meel, fez um teaser em seu Instagram, mostrando o modelo 3.0 CSL moderno da empresa.

O modelo Hommage será baseado em M4 CSL com a carroceria alterada. A pintura camuflada não ajuda, mas dá para ver como será o duplo-rim, acima de uma abertura enorme. Continuamos sabendo pouco sobre este novo carro, mas provavelmente será uma homenagem ao CSL original, em estilo.

Boatos dizem que ele terá  600 cv e 70 mkgf de torque. A tração deveser traseira apenas, e o 0-100 km/h na casa dos 3,5 segundos. A velocidade final pode chegar a 320 km/h. Na traseira, um adesivo que diz “6MT FTW” nos dá esperança numa caixa manual de seis velocidades, o que seria fantástico.

Este 3.0 CSL moderno que a BMW está preparando deverá ser vendido por algo ao redor de € 600.000 (R$ 3.324.000). No entanto, ajudar com seu preço será sua exclusividade, pois os relatórios indicam que a BMW planeja produzir apenas 50 exemplares do carro, para comemorar 50 anos de sua divisão BMW M. (MAO)

 


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