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Zero a 300

LaFerrari XX deverá ter 1.050 cv, os novos nomes dos Mercedes-Benz, caminhão Volvo desafia Koenigsegg One:1 para corrida e mais!

Este é o Zero a 300, nossa rica mistura das principais notícias automotivas (ou não) do Brasil e de todo o mundo, caro car lover. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere com a gente!

 

LaFerrari XX deve chegar no fim deste ano com 1.050 cv

LaFerrari XX

A aguardada LaFerrari XX, a versão de pista do hipercarro de Maranello, será lançado em dezembro deste ano em Abu Dhabi, segundo fontes do Top Gear.  De acordo com o site, a LaFerrari XX será o carro produzido em série mais potente da história da Ferrari, com nada menos que 1.050 cv, quase 100 cv a mais que sua versão de rua, ou 50% mais potência que o F14T, o carro de F1 que disputa a temporada de 2014 pela Scuderia.

Embora tenha se especulado que a LaFerrari XX fosse usar um V6 turbo semelhante ao do carro de F1, o informante do Top Gear afirmou que ele usará o mesmo V12 aspirado com motor auxiliar elétrico do caro de rua, mas retrabalhado para produzir 1050 cv — pouco mais que seu rival McLaren P1 GTR. A potência extra não vem do motor elétrico, mas sim do bom e velho V12 movido pela combustão da gasolina.

Além do motor, ele terá tudo o que é preciso para andar rápido nas pistas de 2015: pneus de corrida, aerodinâmica ativa ainda mais agressiva e bancos de competição. E se a LaFerrari de rua vai de zero a 100 km/h em 2,9 segundos e a 200 km/h em menos de sete segundos, imagine o nível de desempenho da LaFerrari XX. Será verdadeiramente um F1 para as ruas… que não pode rodar nas ruas.

 

 

Caminhão Volvo FH disputa corrida contra Koenigsegg Agera One:1

Para promover a transmissão I-Shift Dual Clutch de seus caminhões FH — a primeira de dupla embreagem para caminhões — a Volvo decidiu gravar um duelo inusitado entre um caminhão FH de 550 cv e o Koenigsegg One:1 de 1.360 cv.

O duelo soa absurdo, mas é, no mínimo, interessante: o caminhão consegue dar uma volta no circuito Knutstorp antes do K-segg dar duas voltas? O volante do caminhão está ninguém menos que Tiff Needell, que nunca havia pilotado um caminhão antes. Já o One:1 foi pilotado pelo piloto de testes da fábrica, Robert Serwanski, o que torna o duelo desfavorável para o caminhão. O que vai acontecer? Veja o resultado no vídeo acima.

 

Mercedes-Benz anuncia nova nomenclatura para seus modelos

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Você já notou que as três fabricantes premium alemãs estão sempre seguindo os passos umas das outras? A BMW lançou o Série 3, aí veio a Mercedes e respondeu com o 190E (que se tornou a Classe C). Depois a Mercedes inventou o cupê de quatro portas, então BMW e Audi decidiram fazer os seus. A Audi inventou a super-perua, Mercedes e BMW passaram a oferecer seus modelos M e AMG em versões perua.

Agora, a BMW mudou seu sistema de nomenclatura para algo ainda mais racional: os números ímpares são modelos regulares, e os pares são cupês e afins. O que a Mercedes fez? Modificou seu sistema de nomenclaturas para algo menos confuso — especialmente por que a fabricante pretende ter mais de 30 modelos em todo o mundo até 2020.

O novo sistema de nomes da Mercedes se baseia em suas cinco classes mais tradicionais: A, B, C, E e S, representando o porte do modelo do menor para o maior. Os roadsters ganham o prefixo e SL, os SUV e crossovers a letra G, pois são da mesma linhagem do clássico Classe G, e os cupês de quatro-portas o prefixo CL.

Todas as derivações serão baseadas nesses nomes, adicionando como terceira letra seu porte/relação com as Classes “básicas”. Por exemplo: o off-road compacto é o GLA, acima dele haverá o GLC, depois o GLE e GLS — ou seja: os SUV das classes A, C, E e S. O mesmo acontece com os roadsters: caso a Mercedes queira fazer um roadster do Classe A, ele será batizado de SLA. O atual SLK muda para SLC. O SL, contudo, por ser um modelo independente, continua com sua nomenclatura de duas letras.

As denominações dos tipos de motorização também irá mudar: os CDI e BlueTEC dos motores diesel serão substituídos pela letra “d” minúscula. Os elétricos ganham a letra “e” no lugar de PLUG-IN HYBRID, BlueTEC PLUG-IN HYBRID e Electric Drive, os modelos com célula de combustível viram “f” em vez de F-CELL e os híbridos a letra “h” . Os modelos a gasolina não terão sufixo, enquanto os modelos com tração integral mantêm a designação 4MATIC.

 

BMW X1 começa a ser fabricado no Brasil

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A BMW anunciou ontem (12) que já está produzindo o primeiro X1 no Brasil em sua nova fábrica de Araquari (SC). Ele se tornou o segundo modelo fabricado no país, depois do Série 3. Até o final de 2015 a BMW ainda irá fabricar o Série 1, o X3 e o Mini Countryman.

O X1 brasileiro usa o motor 2.0 turbo de quatro cilindros e 184 cv do 320i combinado com transmissão automática de oito marchas com trocas no volante e sistema start/stop. Entre os itens de série estão o controle de velocidade de cruzeiro, ar-condicionado digital, bancos de couro com ajuste elétrico, sensores de chuva e de estacionamento. No lado de fora ele tem rodas de 17 polegadas e faróis de xenônio. As primeiras unidades do BMW X1 brasileiro serão vendidas no começo de 2015.

 

 

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