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Mercedes-Benz 300 SLR e Stirling Moss de volta à Itália 60 anos após a vitória na Mille Miglia

Sir Stirling Moss foi uma das pessoas mais simpáticas que já entrevistei. Em 2011, ele decidiu se aposentar das provas com veículos antigos, aos 82 anos, porque não conseguia mais andar rápido como achava que deveria. Foi nessa época que conversamos e que ele me disse que sua principal motivação era fazer algo heróico. "Uma das razões pelas quais eu corria era porque era perigoso! Fazer algo perigoso é muito excitante para um cara jovem, algo quase heróico." Entre as coisas perigosas que ele fez, talvez a mais temerária tenha sido ganhar as Mille Miglia de 1955. Dirigir a uma média de 157,63 km/h por mais de 1.600 km em uma época em que não se usava cinto de segurança e que os carros tinham freios a tambor, para ficar só na mais básica das dificuldades que eles ofereciam, definitivamente não era para qualquer um. Perto de completar 60 anos, a Mercedes-Benz levou Moss, o 300 SLR e outros personagens importantes, como Hans Hermann, de volta à Itália Além do 300 SLR 722 de Moss, a em

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