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Pensatas

O fim do (New) Beetle: um elogio – e as versões mais bacanas que ele teve

Lembro perfeitamente, como se fosse há apenas nove dias, mas lá se vão nove anos. Meados de 2010, poucos meses depois que comecei a trabalhar como tradutor no Jalopnik Brasil, o site precursor do FlatOut – foi meu ingresso no ramo e, confesso, eu estava meio por fora do que estava rolando com os carros, recém saído de uma adolescência regada, principalmente, a heavy metal e jogos de PlayStation. Me deparo com a nota, algo como "esta é a nova geração do New Beetle", acompanhadas de fotos de um protótipo camuflado. Penso: "caramba, esse carro ainda é fabricado?", e logo em seguida fico satisfeito. Já naquela época eu era dado a surtos de nostalgia (before it was cool, como dizem os pedantes), e a lembrança do New Beetle me levou de volta a 1998, quando ganhei a tal revista Auto & Técnica que já mencionei tantas outras vezes. O carro com o qual aquela criança de seis anos de idade ficou obcecado por muito tempo, pensando "um dia eu vou ter um desses" o tempo todo. E por que eu

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