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Pensatas

O que você faria se fosse o novo CEO da Stellantis?

A notícia que chega hoje é de que o ano de 2024 foi desastroso para o conglomerado Stellantis; como se já não soubéssemos. O braço americano, principalmente, amargou uma queda vertiginosa de vendas, e puxou todo mundo para baixo. Não que a Europa esteja bem; parece, na verdade, que apenas aqui no Brasil a empresa vai bem. A crise foi tão aguda que puxou os lucros de toda a Stellantis para baixo, e acabou demitindo o CEO Carlos Tavares. Os resultados publicados revelam que o lucro líquido da Stellantis caiu 70% no ano passado para € 5,5 bilhões (R$ 33,5 bilhões). As receitas líquidas caíram 17%, enquanto os fluxos de caixa livres industriais foram negativos em € 6 bilhões (R$ 36,5 bilhões). A falta de um CEO novo, e a publicação desses resultados, desencadeiam uma série de análises sobre a situação da empresa. Não há dúvida que algo precisa ser feito, mas pouca gente concorda no que exatamente. Primeiro o problema americano. A estratégia ali parece a menos inteligente,