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Car Culture

O Corona que chegou ao Brasil nos anos 1990

Os modelos de passeio da Toyota não completaram 30 anos no Brasil, mas eles já são relacionados às características que os brasileiros mais valorizam em um automóvel: são robustos, são fáceis e baratos de manter e consertar, vendem rápido e perdem pouco valor. Vale para o insosso Etios ou para as valentes Hilux SW4 dos anos 1990, vale para o Corolla e até para o velho Bandeirante. Mas há um modelo da Toyota que não tem a mesma reputação de seus semelhantes por aqui: o Corona. Como seu xará parasitário (o coronavírus, caso você tenha faltado às aulas de biologia), o Toyota Corona é um carro que ninguém quer pegar. Só que... diferentemente da gripe, os efeitos da aquisição deste modelo podem ser benéficos. Na verdade, é difícil entender a rejeição pelo Corona. Talvez sejam as peças de acabamento, difíceis de encontrar devido ao baixo volume de vendas do sedã por aqui. Mas ele era uma opção interessante, posicionada exatamente entre o Corolla e o Camry. A diferença

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