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Pequenos frascos, grandes venenos: os melhores esportivos em miniatura já feitos – parte 1

Os carros, todos eles, aumentaram de tamanho consideravelmente nos últimos anos. Os motivos são bem conhecidos: as exigências em segurança, que estipulam cada vez mais zonas de deformação programada e absorção de impacto; a preferência do consumidor médio; e a evolução natural do design automotivo. Mas existem fabricantes que se esforçam para reduzir o tamanho externo dos carros sem prejudicar o espaço interno – seja por questões estéticas, seja por razões técnicas. Um bom exemplo deste último caso é o atual Mazda MX-5 Miata: mesmo lançado quase três décadas depois do original de 1989, ele é alguns centímetros menor e pesa quase a mesma coisa (pouco menos de 1.000 kg). Quando se trata de esportivos, dimensões mais contidas são desejáveis – um carro menor e mais leve também é mais ágil, submete seus componentes a menor desgaste e apresenta melhor relação peso/potência. Se um esportivo for pequeno o suficiente, ele nem precisa de um motor absurdamente potente para

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Gustavo Henrique Ruffo