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Técnica

Quadrados injetados: a injeção eletrônica na família Gol

Por Paulo Zalewski* Outro dia, navegando pela internet — mais precisamente no Instagram —, me apareceu um post sobre um Voyage americano, os famosos VW Fox. A princípio, fiquei animado pelo algoritmo certeiro, mas essa sensação se transformou em um leve incômodo logo em seguida. Não por causa da bomba de dopamina barata dos reels, nem pelo viralatismo crônico dos comentadores da rede social. O que me incomodou foi o tanto de gente dizendo, com a certeza de um autor sobre sua obra, que o Voyage "Fox" era "injetado, porém, com injeção mecânica!" Rapaz... imagine a Volkswagen usando injeção mecânica em plena década de 1980? Quão louco isso parece? Para este humilde entusiasta que vos escreve, me vem à mente uma Rochester Ram Jet ou uma Kugelfischer de BMW enfiada em um motor AP. Veja bem... eu sou um grande fã da injeção eletrônica, eu realmente gosto desta maravilha tecnológica. Gosto tanto que dei um jeito de me enfiar em uma fabricante só para fazer isso da vida —