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Car Culture História

Quando a Lotus transformou o Omega em um supercarro — ou quase isso

Não é preciso ser um fã ardoroso da gravatinha dourada para saber que, no Brasil, o Chevrolet Omega de primeira geração tem uma ótima reputação — era o carro mais moderno e desejado do País no início da década de 1990 e foi um substituto mais do que digno para o Opala. Na Europa ele também é um carro bastante cultuado, mas por outra razão: o Lotus Omega, feito para quem gostava de pimenta de verdade — do tipo que andava mais do que um BMW M5. No Brasil, você costuma ver dois tipos de Omega nas ruas: os impecáveis, tratados a pão-de-ló por seus donos, e os caindo aos pedaços — são baratos de comprar, mas nem tanto de manter. Podemos dizer que você dificilmente vai ver um Lotus Omega caindo aos pedaços na Europa — ele é um carro raro e muito, muito rápido, o que naturalmente significa que seus fãs levam a conservação de cada um deles bem a sério. O primeiro protótipo do Lotus Omega, de 1989 Mas, afinal, por que o Lotus Omega existe? Aparentemente, em 1990 o Opel

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