Nosso tipo de maluco, claro! Quer dizer, a gente sabe que certos carros são preciosidades e a gente até lamenta quando vê um carro raro, valioso ou especial sendo modificado de forma muito radical, mas no fundo sabemos que carros foram feitos para serem usados. E a verdade é que não há como não admirar um Rolls-Royce, sinônimo de luxo sobre rodas, com para-lamas alargados e pintura fosca dando derrapagens controladas em um autódromo.
Isto porque é sempre fascinante ver um Rolls fazendo qualquer coisa que um Rolls não costuma fazer. Se você não conhece a história de Jules, o Rolls-Royce que participou do Rali Dakar de 1981, leia agora. E depois dê uma olhada no vídeo abaixo, com um Rolls-Royce Wraith, cortesia do velho conhecido Tax the Rich — para ir se acostumando com a ideia, sabe?
A real é que não precisamos de argumentos para defender o que o responsável por este Silver Shadow de dorifuto fez. Olha só como o carro ficou,