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Automobilismo

Quem disse que autódromo na cidade não se sustenta?


Agora que conhecemos a verdadeira história do Autódromo Internacional de Curitiba, fica claro que o destino do circuito foi definido por uma série de fatores que o encurralaram a ponto de transformar sua venda na única solução possível. O problema começou com a receita do próprio autódromo e terminou com o interesse do setor imobiliário em encontrar uma imensa área livre no meio de duas cidades extremamente populosas. Apontar apenas a especulação imobiliária como a responsável pelo fim do AIC é um erro. Afinal, toda cidade tem seus parques e espaços abertos, sem construções, e isso nunca foi motivo para uma prefeitura sair vendendo seus parques em nome da arrecadação futura com IPTU e ISS. A comparação com os parques, aliás, é oportuna: parques têm finalidades diversas. São espaços públicos voltados ao lazer, prática desportiva, atividades culturais, turísticas e podem ser explorados comercialmente com intermediação da prefeitura. [caption id="attachment_299086" align="