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Car Culture

20 anos do Classe A no Brasil: mitos e verdades sobre o “Baby Benz” brasileiro

Nas últimas semanas a primeira geração do Mercedes-Benz Classe A foi um assunto recorrente nas minhas redes sociais e até mesmo aqui nas páginas do FlatOut. É que neste ano o "hatchback de dois andares" da Mercedes completou 20 anos de Brasil. Lendo os comentários destas publicações nas redes sociais e em nossos posts sobre o Classe A, fica evidente que ninguém fica indiferente ao carrinho, mas ele polariza as opiniões: há o grupo dos que o detestam, que o consideram um erro na história da Mercedes; e há um grupo que adora o carro porque tem, ou porque já teve ou porque até pensa em ter um — ainda que ele já tenha percorrido mais de 65% do caminho para a placa preta. Como em todo caso de polarização, a realidade costuma estar perdida no ponto médio entre os extremos. Com o Classe A brasileiro não é diferente. E falo isso como ex-proprietário, estudioso e fuçador do modelo, além de jornalista, claro. É justamente sobre isso que quero falar neste post: qual a "real" sobre o

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