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Automobilismo

A curva que mudou a história do rali para sempre

Em sua biografia oficial, "Many Years From Now", Paul McCartney relembra dos anos 1960 como uma década tão livre, tão aberta às mudanças, tão pacífica e próspera que ela parece fazer parte de uma linha do tempo paralela. Havia os anos 1950, ainda muito ligado às décadas anteriores, e os anos 1970, já com as questões modernas que temos até hoje. Mas os anos 1960 parecem deslocados e descolados de sua ordem cronológica. Essa percepção do velho Macca se repete como um padrão em diversas áreas. No automobilismo não poderia ser diferente: tivemos a década de 1980 na Fórmula 1, o tempo em que os pilotos domavam "no braço" suas máquinas de quase 1.000 cv. Tivemos os anos 1980 em Le Mans, quando os carros beliscaram os 400 km/h na Hunaudières/Mulsanne antes das chicanes. E tivemos o Grupo B no WRC, quando um regulamento permissivo resultou nos carros mais insanos — em todos os sentidos da palavra — já vistos até hoje. O que veio antes e depois, bem... não estava à altura deste auge

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