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Carros Antigos

A história do Chevrolet Corvette | Parte 4: a revolução do C4 – e o mítico ZR-1

Não faltam exemplos de projetos longevos, que duram décadas, por serem muito bem resolvidos ou simplesmente porque o mercado aceita. O primeiro exemplo que me vem à mente é o Fiat Uno, que só no Brasil durou 30 anos e, caso a Fiat tivesse decidido adaptar airbags e controles eletrônicos ao projeto, poderia continuar à venda até hoje como único popular aceitável. Pode haver alguma parcialidade nesta última frase, mas vocês me conhecem. E existem vários exemplos mais isentos, como o próprio Peugeot 405 iraniano, que já dura quase 30 anos e não deve ir embora tão cedo, ou o Lada Niva, que é praticamente igual desde 1975. Mas estes carros duraram (ou duram) muito tempo porque o mercado pede – exige, praticamente. Qualquer substituto mais moderno (e mais caro) para o Niva que a Lada, porventura, desenvolver, não será bem recebido. Pode até fracassar miseravelmentem. Agora... com o Chevrolet Corvette C3, a situação foi reversa. Faz muito tempo que eu descobri que a terceira geração

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