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Automobilismo

A lenda dos engenheiros que urinavam em motores de Fórmula 1


No início dos anos 1980 os motores turbo de quatro cilindros da BMW fornecidos à Brabham para a Fórmula 1 atingiram níveis de potência jamais imaginados para um motor de quatro cilindros turbo. Mesmo para a Fórmula 1. Os números são impressionantes mesmo hoje, depois de 40 anos desde seu surgimento: 1.100 cv nas configurações de classificação e 800 cv na configuração de corrida. O caráter quase sobrenatural destes motores não se deve apenas aos números de potência, mas também à receita dos motores, que eram baseados em blocos usados de carros de rua. É como se a Mercedes pegasse o quatro-cilindros do A250 e, a partir dele, fizesse o motor do W11 de Lewis Hamilton. Segundo relatos da época, o segredo do desempenho insano destes motores estava na seleção e no tratamento dos blocos de ferro fundido, que envolvia motores com alta quilometragem, intempéries e... urina de engenheiros?! Sim. Urina humana. Cheiro est