A revista semanal dos entusiastas | jorn. resp. MTB 0088750/SP
FlatOut!
Image default
Car Culture Pensatas

As três lições que aprendi com meu Opala

Certos carros entram na vida da gente pela porta da frente, se instalam nela permanentemente, e não nos dão chance de evitá-los. Tudo que se considera logicamente ao se comprar um bem de consumo durável, de preço de compra a depreciação, de desempenho a manutenção, de conforto a espaço interno, nada importa aqui. Certos carros transcendem a sua condição de máquinas. São tão parte de nossa vida como um membro da família. Tem gente que despreza isso, que acha um absurdo colocar tanta importância numa máquina, numa coisa. Logicamente, tem razão. Mas amor, paixão, não tem explicação lógica. Como disse Belzebu himself, em um filme famoso: “Amor é superestimado. Bioquimicamente, não é diferente de comer grandes quantidades de chocolate.” Claro que ele pensa assim; na fria lógica calculista habita o pé preto. Nós, humanos, precisamos de amor como pr

Matérias relacionadas

O Porsche 911 se tornou mesmo um esportivo enorme e pesado ao longo dos anos?

Leonardo Contesini

Garagem animal: os carros que têm nomes inspirados no mundo dos bichos

Leonardo Contesini

O novo Toyota Supra A90 com motor 2JZ já virou realidade – e em dose dupla!

Dalmo Hernandes