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História

As versões esportivas do Omega que não tivemos no Brasil

Em 1992 a Chevrolet finalmente substituía o Opala, modelo tão amado quanto defasado naquela época — afinal, em seu último ano de estrada no Brasil ele já havia percorrido 24 anos com o mesmo projeto básico. Seu substituto era um jovem sedã com apenas seis anos de vida, que era extremamente avançado para o mercado brasileiro da época, e foi uma importante investida da General Motors frente à abertura do mercado para veículos importados. Sim, você já sabe que estamos falando do Chevrolet Omega. Por aqui o Omega teve sempre uma imagem de carro de luxo, sóbrio e comportado e parte disso se deve à sua oferta inicial de versões: GLS e Comfort Diamond (CD), equipadas com o motor 2.0 de quatro cilindros ou com o moderno e girador 3.0 seis-em-linha  C30NE, de 165 cv. A explicação mais conhecida é que o caráter "autobahnico" do 3.0, que gostava de girar e tinha torque e potência em rotações mais elevadas, não agradou o público brasileiro, que ainda hoje mal pode chegar além dos 110 k

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