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Zero a 300

Bugatti pode ser vendida à Rimac, o novo hipercarro da Peugeot, as pinturas da McLaren em homenagem a Le Mans e mais!

Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Bugatti pode ser vendida para a Rimac

Sim, eu também achei a notícia um tanto surpreendente: a Rimac, uma pequena empresa de carros elétricos da Croácia, prestes a comprar a divisão mais luxuosa (e custosa) do Grupo Volkswagen. Mas é o que diz a revista de negócios alemã Manager. Até agora, nenhuma das duas marcas se pronunciou a respeito da notícia.

O revival da Bugatti foi um projeto de Ferdinand Piëch, que salvou a Volkswagen da falência e a transformou em um verdadeiro império, englobando, além da própria Volkswagen, Porsche, Audi, Skoda, Seat, Bentley, Lamborghini e Bugatti — esta última considerada pelo próprio Piëch sua marca favorita.

 

Agora, após a morte de Piëch e com uma série de dificuldades financeiras em série — iniciada pelo dieselgate e completada pela pandemia do coronavírus — os rumores sobre a venda da marca de luxo ficaram ainda mais fortes a ponto de a revista cravar como certa.

A Rimac, contudo, não teria que desembolsar nenhum centavo na transação. Isso, porque a Porsche, que detém 53,3% da Volkswagen, também tem 15,5% da Rimac. Na época da aquisição, a Porsche declarou que a parceria teria transferência de tecnologias para a Bentley e da Bugatti. Além disso, um dos principais engenheiros do Veyron foi transferido para a Rimac como conselheiro técnico.

Nesse caso, a transferência da Bugatti para a Rimac aconteceria por meio de um aumento da participação da Porsche na Rimac. Ou seja: a Bugatti vai para os croatas, porém a Porsche irá ser “mais proprietária” da Rimac. No fim das contas, é possível que a Rimac seja adquirida pela Porsche, o que a colocaria debaixo do guarda-chuvas da Volkswagen — e traria a Bugatti de volta. (Leo Contesini)

 

Peugeot revela primeira imagem de seu hipercarro para Le Mans

Os hypercars de Le Mans entrarão em cena na próxima temporada do Mundial de Endurance (WEC) e a Peugeot, que venceu a prova em 1992, 1993 e 2008, está de volta. Esta aí acima, é a primeira imagem de seu hipercarro, ainda sem nome.

As imagens não mostram muita coisa, mas o regulamento exige 25 unidades de homologação, o que significa que um esportivo semelhante para as ruas terá que ser lançado em algum momento de 2021. O carro tem a identidade visual dos Peugeot recentes, como o 208, mas a fabricante não menciona nada sobre powertrain.

O retorno da Peugeot e o ingresso da Scuderia Cameron Glickenhaus trarão de volta alguma competitividade à categoria principal de Le Mans e do WEC, já que desde a retirada da Porsche a Toyota correu praticamente sozinha na LMP1, sem rivais à sua altura. Além da Peugeot e da SCG, também especula-se o ingresso da McLaren e da Aston Martin, e ainda há a possibilidade de equipes privadas adquirirem a versão de pista do T.50 R de Gordon Murray para disputar a prova futuramente. (Leo Contesini)

 

McLaren Senna GTR ganha cinco pinturas especiais em homenagem a Le Mans

Em 1995 um carro de rua com pintura de corrida venceu as 24 Horas de Le Mans – o McLaren F1 GTR com pintura negra da Ueno Clinic, com JJ Lehto, Yannick Dalmas e Masanori Sekiya revezando ao volante. Além dele, outros quatro exemplares do F1 GTR, cada um com suas cores, participaram daquela corrida. E agora a McLaren decidiu homenagear cada um deles através de sua divisão MSO (McLaren Special Operations), que criou cinco exemplares do Senna GTR – cada um deles com sua própria livery retrô.

Além do carro nº 59 com pintura da Ueno Clinic (chassi F1/01R), o pódio da corrida também recebeu o McLaren F1/06R com a pintura amarela e verde da Harrods, com Andy Wallace, Derek Bell e Justin Bell, que ficou em terceiro lugar – e só não venceu a corrida por conta de um problema no câmbio faltando duas horas para o fim.

Em quarto lugar ficaram Mark Blundell, Maurizio Sandro Sala e Ray Bellm no F1/02R, que recebeu a pintura da Gulf em uma variante menos conhecida, mas igualmente matadora, com azul mais escuro e detalhes em cinza.

A equipe Giroix Racing, da França, usou o McLaren F1 de número 50, com pintura patrocinada pela Jacadi. Fabien Giroix, Olivier Grouillard e Jean-Denis Deletraz ficaram em quinto lugar, terminando uma volta atrás do carro com pintura da Gulf.

Por fim, outra equipe francesa, a Société BBA, ficou na 13ª posição com o McLaren F1 número 42. O carro ganhou uma pintura artística feita pelo escultor francês César Baldaccini. A livery monocromática era inspirada pelo mundo das corridas e pela própria história das 24 Horas de Le Mans.

Os cinco carros já foram encomendados por clientes da McLaren e serão entregues até o final do ano. Felizmente a McLaren decidiu mostrá-los ao mundo antes de enviá-los a seus proprietários – que, esperamos, os utilizarão como se deve: na pista. (Dalmo Hernandes)

 

Chevrolet Onix Plus Midnight é confirmado

Foi confirmado hoje (18) o lançamento do Chevrolet Onix Plus Midnight. Como já aconteceu com outros modelos da marca no Brasil, a série especial terá pintura preta e detalhes de acabamento escurecidos, como os emblemas da Chevrolet, rodas e grade, além de faróis com máscara negra. Apenas a imagem da grade foi divulgada.

Como de costume, a versão usada como base deve ser uma das mais caras, com motor 1.0 turbo 116 cv e câmbio automático de seis marchas. O lançamento deve acontecer ainda em setembro, ou no máximo na primeira quinzena de outubro. (Dalmo Hernandes)

 

Peugeot pode lançar moto de 300 cc

A Peugeot pode expandir sua atuação e entrar de vez no segmento das motocicletas. Para quem não lembra, além dos carros, a Peugeot também tem certa tradição com scooters na Europa, com modelos de diversas cilindradas fabricados há décadas. Mas motos de verdade foram poucas, e boa parte delas era conceitual.

Agora, porém, a fabricante pode colocar no mercado uma motocicleta de 300 cm³ com pegada esportiva, baseada no conceito P2X que foi apresentado no Salão de Paris de 2018. A iniciativa vem da indiana Mahindra – que já cuida da Royal Enfield e, em 2019, comprou toda a divisão de motocicletas da Peugeot.

A revista italiana Motociclismo conversou com Mario Minella, responsável pela distribuição das motocicletas da Peugeot na Itália, e ele deu um insight interessante sobre os planos da marca francesa. Segundo ele, a Peugeot quer adotar uma imagem mais agressiva e jovial no segmento das duas rodas, e a P2X seria uma esportiva de baixa cilindrada e custo acessível – a ferramenta ideal para implementar esta ideia. Ele ainda diz que existe a possibilidade de versões com motores de 125 e 500 cm³ usando a mesma arquitetura.

Minella só não pode falar sobre datas – mas espera que a Peugeot anuncie planos mais concretos a respeito de suas novas motos em um futuro próximo. (Dalmo Hernandes)

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